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segunda-feira, 16 de setembro de 2019

R.I.P. - XXIII

Os The Cars foram das melhores coisas que vieram dos States em termos de New Wave, corrente muito mais forte na Europa, na altura (e desde sempre) muito mais avançada em termos musicais do que o país dos rednecks. A par deles talvez valha a pena ainda destacar os B-52's, Talking Heads, Devo, Oingo Boingo e pouco mais.

Vem isto a propósito do falecimento de Ric Ocasek, uma das vozes dos The Cars, tarefa que dividia com Benjamin Orr, o qual também já morrera, de cancro, em 2000.

Muito fortes no final dos anos 70 e inícios dos anos 80, os The Cars deixam-nos dois álbuns muito conseguidos, em especial o primeiro, "The Cars", ainda que o segundo não seja de descurar, "Candy-O". Na verdade, alguns dos maiores sucessos dos "The Cars" vieram de outros álbuns, como "Tonight She Comes" do "Greatest Hits" (1985), "Shake It Up" do álbum homónimo de 1981 ou "Drive", de "Heartbeat City" (1984).

Deixo-vos dois singles dos "The Cars", uma com a vocalização a cargo de Ocasek e outra por Benjamin Orr.





terça-feira, 26 de fevereiro de 2019

R.I.P. - XIX

Such a shame!!

Que enorme tristeza ver partir o Senhor Mark Hollis, vocalista e entidade criativa por trás dos Talk Talk. Um génio musical, é cedo demais que o vemos partir e foi também cedo demais a sua "desistência" do mundo musical, cansado de conferências de imprensa, campanhas opacas das editoras, numa lavagem onde só sobrevivem os mais abjectos.

Os Talk Talk deixaram-nos 5 álbuns de estúdio - The Party's Over (1982), It's My Life (1984), The Colour of Spring (1986), Spirit of Eden (1988) e Laughing Stock (1991) - havendo ainda um álbum a solo, de 1998, simplesmente intitulado "Mark Hollis". Deixaram-nos também músicas fantásticas e intemporais, como este "Such a Shame"



"It's My Life"



"Life's What You Make It"



ou "Talk Talk"

quinta-feira, 2 de agosto de 2018

O negro nele.

A compilação chama-se "Memento Mori (Anthology 1978-2018)" e reúne alguns dos melhores momentos da carreira de Barry Adamson. Nascido em 1958, o inglês é músico, produtor, fotógrafo, cineasta e escritor. Possui um currículo de fazer inveja a qualquer um: foi baixista nos Magazine, nos Buzzcocks, nos famigerados The Birthday Party de Nick Cave e Mick Harvey passando depois a ser parte integrante dos The Bad Seeds, colaborou com os Visage e Pan Sonic, remisturou gente tão ilustre como os Depeche Mode, The Jon Spencer Blues Explosion e os Grinderman. David Lynch e Danny Boyle convidaram-no a colaborar nas bandas sonoras de "Lost Highway" e "The Beach", respectivamente.

A solo editou "apenas" nove álbuns de originais e oito EP. "Oedipus Schmoedipus", de 1996, é considerado um dos melhores álbuns da década de 1990.

Recordamos aqui dois momentos chave da carreira a solo de Adamson: a estreia em 1989, com o álbum conceptual "Moss Side Story", espécie de banda sonora para um filme noir inexistente, que tinha esta versão deliciosa do tema de abertura do filme "The Man With The Golden Arm", de 1955, composto por Elmer Bernstein. Depois ponham o volume no máximo para acolher a faixa de abertura de "Oedipus Schmoedipus", o contagiante "Set The Controls For The Heart Of The Pelvis", que conta com a voz de Jarvis Cocker.

Façam o favor de descobrir Barry Adamson.



segunda-feira, 16 de julho de 2018

Máquina do tempo. - II

Estávamos em 1978 e o álbum chamava-se "Q: Are We Not Men? A: We Are Devo!". "Uncontrollable Urge" era a faixa que abria o álbum e que nos acolhia no tresloucado mundo dos norte-americanos Devo.

40 anos depois trazemos os Devo, essa música e a saudável loucura da banda ao vivo em Oakland, California, no Burger Boogaloo 2018.

segunda-feira, 2 de julho de 2018

Alegremos o dia!

Se chove, é porque chove, se faz calor... é porque faz calor. E são as barragens, os incêndios, a seca severa ou extrema. O português nunca está satisfeito com a meteorologia. É bom que nos preocupemos com isso em vez de pensar que o nosso ordenado mínimo está abaixo dos 600,00€ ou que Francisco Louçã tem um momento de comentário numa televisão generalista, sinal claro que qualquer radical fanático pode ter o seu espaço de vómito semanal.

Deixemos, pois, as tristezas para trás, com uma das bandas mais animadas de todos os tempos: os B-52s, de Kate Pierson, Fred Schneider, Keith Strickland e Cindy Wilson.

Formados em Athens, Georgia, em 1976, a banda editou 7 álbuns de estúdio, o último dos quais já de 2008. A ausência promove a saudade, pelo que proponho uma visita a um single de cada um dos LPs originais destes malucos saudáveis. Por certo que a manhã terminará mais animada.

De "The B52s" (1979), "Rock Lobster".



De "Wild Planet" (1980), "Private Idaho"



De "Whammy!" (1982), "Song For A Future Generation"



Saltemos "Bouncing Off the Satellites" (1986), pois foi um tiro completamente ao lado, e retornemos com "Cosmic Thing" (1989) e o hino "Love Shack".



De "Good Stuff" (1992), "Tell It Like It T-I-Is".



Terminemos com "Funplex" (2008) e o single homónimo.


quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

One Hit Wonder VII

Os Kajagoogoo são-nos tão familiares que é estranho aparecerem na rubrica "One Hit Wonders". Mas o certo é que apenas este "Too Shy" chegou a número 1 em diversas tabelas e, verdade seja dita, quem se lembra de outra música dos rapazes? (bom, "Big Apple" também teve algum sucesso mas nada que se compare ao primeiro single de "White Feathers", álbum de 1983).

A história dos Kajagoogoo é intensa, conturbada e curta. As grandes diferenças entre o vocalista Limahl e os restantes membros da banda, originaram que o primeiro saísse ainda durante a fase de "White Feathers", sendo que os restantes singles e álbuns da banda não conseguiram emular o sucesso deste "Too Shy".

Limahl ainda teve um grande sucesso a solo, com "The NeverEnding Story", para a banda sonora do filme homónimo. A banda lá se voltou a reunir a partir de 2003 para os habituais concertos de revivalismo, mas os 80s já há muito tinham passado.

Notas específicas para os brilhantes cabelos e para o óptimo baixo.

terça-feira, 1 de agosto de 2017

Take a chance on me?

Mas também podíamos ter usado "Lay all your love on me" como título da posta. Qualquer um destes clássicos dos ABBA serve de bússola para chegarmos a "Put Your Money On Me", a melhor música do novo álbum dos Arcade Fire,"Everything Now". Se os primeiros singles deixaram no ar um cheiro a comida requentada, ouvir o disco de fio a pavio confirma que o colectivo norte-americano continuou com as tendências sonoras do álbum anterior, "Reflektor", mas sem o brilho deste. Há muita reciclagem de estilos musicais, muitas piscadelas de olho às pistas de danças da década de 1980, muita citação (alguns críticos chamar-lhe-ão homenagem), mas, quando tudo é espremidinho, fica apenas uma desanimadora ausência de garra e personalidade.

Com a produção do disco entregue a gente tão distinta como Steve Mackey (Pulp), Geoff Barrow (Portishead/Bleak>) e Thomas Bangalter (Daft Punk) esperava-se mais. Muito mais.

Como não há mais, ficamos com "Put Your Money On Me".
E fechamos o assunto "Everything Now".

terça-feira, 18 de julho de 2017

New Wave do outro lado do canal.

Quando falamos em New Wave, associamos esse movimento essencialmente ao Reino Unido, ainda que os sintetizadores, as roupas e os penteados não tenham ficado cingidos às ilhotas. Exemplo disso são os Indochine, banda francesa formada em 1981, em Paris.

Para quem não dá grande importância ao mundo francófono, os Indochine pouco ou nada dirão. Mas com mais de 10 milhões de álbuns e singles vendidos, uma dúzia de álbuns de estúdio, dos quais apenas um não chegou ao Top 20 francês, e cerca de quinze compilações ou CDs ao vivo, a banda é um exemplo de reinvenção e de longevidade.

A sonoridade dos Indochine evoluiu muito desde este "L'Aventurier", single homónimo do primeiro álbum da banda. Mas esta canção continua a ser um marco perene na carreira da banda.

terça-feira, 9 de maio de 2017

Versões - LXVII

E esta porque não há hipótese de deixar passar, até porque estou farto de aturar pessoal que diz que esta música é do Gary Jules. Não só não é como a versão dele é uma porcaria. Lixo. Fiquem com o original e se quiserem ir ouvir o Jules procurem no youtube ou liguem-se ao vómito da Rádio Comercial.

sexta-feira, 5 de maio de 2017

3 em 1.

Acho que já por aqui referi que, para mim, "Dare" é um dos melhores álbuns da História. Se é o décimo, o décimo primeiro ou ou quinquagésimo isso é-me irrelevante. É um álbum fantástico e que marcou uma geração e o que de bom se fez a seguir.

Mas se o meu apreço pelos Human League é enorme, o mesmo poderei dizer dos Ultravox. A questão é que com os Ultravox não tenho um álbum preferido e considero mesmo que nenhum deles, visto como um todo, é suficientemente forte e, desse modo, ao nível do "Dare". Na verdade, a qualidade dos Ultravox espalha-se por todos os álbuns da banda, sempre com três ou quatro músicas fantásticas em cada nova edição.

Diga-se ainda que prefiro igualmente a segunda fase da banda, já após a saída do John Foxx e do Robin Simon, ainda que "Systems of Romance" seja, sem dúvidas, um grande álbum. E é dessa segunda fase este "The Voice", um dos singles do LP de 81, "Rage in Eden".

"The Voice" teve dois vídeos diferentes: um com a banda num quarto, posicionados de um modo pouco natural; o outro, um pouco mais elaborado, com cenas de guerra e Midge Ure como soldado. Ficam os dois vídeos, assim como uma apresentação de "The Voice" ao vivo na década de 80.





quinta-feira, 4 de maio de 2017

Versões - LXV

Em 1997, os U2 fizeram uma versão para este clássico dos M, "Pop Muzik". A canção serviu como tema de abertura da Popmart Tour e apresenta um pitch mais acelerado e uma utilização mais intensa de sintetizadores.



Já o original, gravado por M em 1979, foi um sucesso comercial na Europa e nos EUA. Lançado como single do álbum "New York • London • Paris • Munich", foi o maior sucesso da carreira de Robin Scott, que ao todo, entre 1979 e 1984, editou quatro álbuns.

O vídeo, que também teve muito sucesso na altura, foi realizado por Brian Grant.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Lembrei-me, sei lá!

Beeeemmmm, a Kim Wilde! Com certeza uma presença recorrente em alguns dos wildest dreams de muitos teenagers dos 80. Certamente que hoje é uma mera curiosidade para as novas gerações mas este "Kids in America" foi muito forte no início dos anos 80, contribuindo para que a Kim Wilde seja a artista feminina com mais singles no top50 britânico dessa década.

Primeiro single do primeiro e homónimo álbum, este foi sem dúvida o maior sucesso da carreira da rapariga, ainda que "Chequered Love", "Cambodia" e "You Keep Me Hangin' On" tenham também tido boas carreiras a nível mundial.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Os pais de todos os THE.

Quando falamos dos The The falamos essencialmente de Matt Johnson, o único verdadeiro elemento permanente desta banda inglesa, ainda que muitas outras pessoas importantes tenham passado de modo esporádico pela formação do grupo, casos de Johnny Marr (Smiths), Dave Palmer (ABC) ou mesmo Jools Holland.

Mas vamos à música, pois a Wikipédia dá-vos toda a informação importante sobre a banda.

Do primeiro álbum da banda - Soul Mining - sai este muito bom single "Uncertain Smile", aqui tocado ao vivo com Jools Holland, que de facto gravou a parte de piano da versão editada em 1982. Sim, porque houve uma versão de 1981, intitulada "Cold Spell Ahead", que em vez do piano tinha um solo de saxofone e flautas. É ouvir esta versão e a do sax para perceber que "Uncertain Smile" saiu muito mais beneficiada.



Saltemos o segundo álbum da banda, o também muito bom "Infected", de 1986, e aterremos naquele que deu aos The The o seu single de maior sucesso: "The Beat(en) Generation", retirado de "Mind Bomb". Mais uma vez este trabalho contou com inúmeras colaborações de gente conhecida, nomeadamente Sinéad O'Conner ou o já mencionado Johnny Marr. Aliás, para quem conhece o trabalho deste último não pode deixar de notar a sua qualidade nas músicas de "Mind Bomb", não desfazendo nas próprias virtudes de Matt Johnson.



Acabemos este pequena viagem por alguns dos álbuns dos The The com "Dusk", editado em 1993 e que teve como single de avanço este "Dogs of Lust"



Após "Dusk", Matt Johnson voltou à vida solitária, acabando com o formato "banda" que o tinha acompanhado nos dois últimos álbuns. Seguiram-se mais dois álbuns relativamente anónimos e, nos últimos anos, o rapaz parece que tem andado a dedicar-se a compor bandas sonoras para filmes, casos de "Moonbug" ou "Hyena".

Classificados inicialmente como New Wave, os The The ultrapassam largamente qualquer fronteira com que os queiram balizar, fruto de um som muito particular que inclui elementos do Country, Jazz, Synthpop ou Psychedelia. Poucas vezes relembrados quando se faz um balanço da histórica da música nos anos 80 ou 90, fica aqui este espacinho no Duotron para recordar às gerações vindouras que nem tudo o que não atinge o primeiro lugar do Top é necessariamente mau. Antes pelo contrário.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Sintetiza mas não muito.

Nas minhas andanças musicais voltei-me a cruzar com esta preciosidade dos The The (ou do Sr. Matt Johnson, que praticamente se confunde com a banda). Do primeiro álbum da banda, "Soul Mining", de 1983, este "Uncertain Smile" incorpora já muitas das características que fizeram dos The The uma banda a seguir na década de 80: excelentes letras, utilização de sintetizadores sem fugir de um som pop ou chegar a ser synthpop, ambiências etéreas suportadas na voz quente de Johnson, um manancial de coisas que fez com que este álbum faça recorrentemente parte das listas de melhor da década, daquele ano, etc.

Os três álbuns seguintes, "Infected", "Mind Bomb" e "Dusk" ajudaram a cimentar os The The como uma das bandas a mencionar sempre que se fala da música dos 80.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

R.I.P. - II

Steve Strange faleceu ontem de ataque cardíaco, aos 55 anos.
Perdeu-se mais um dos heróis dos anos 80.
Honremos a sua memória.

terça-feira, 28 de outubro de 2014

Toca aquela - VIII.

Por vezes as bandas ficam marcadas por uma determinada música. Ou é um one hit wonder ou nos concertos estão sempre a dizer "toca aquela" ou sei lá. O certo é que dos norte-americanos Berlin me recordo sempre do "Take my breath away" e por isso fujo deles a sete pés. O que não é justo, pois antes dessa balada azeiteira os Berlin foram dos poucos grupos do outro lado do Atlântico a tentar combater a hegemonia europeia, designadamente inglesa.

Sem dúvidas que nos anos 70 e 80 foram as bandas britânicas a puxar a carroça, mas os movimentos synthpop e new wave tiveram seguidores nos States e os Berlin são prova disso.

De 1982, do álbum "Pleasure Victim, fiquem com "Metro" e a giríssima Terri Nunn.

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

Antes e depois - II.

Se no outro dia abordámos aqui no Duotron os Ultravox, não podíamos deixar passar a oportunidade de falar na sua banda siamesa, os Visage. Projectos com origem nos finais dos 70, ambas tiveram reconhecimento do grande pública no início da década de 80. Pioneiras na utilização massiva de sintetizadores e figuras de destaque das correntes New Wave e SynthPop, os Ultravox e os Visage partilhavam mais do que isso: alguns elementos dos Ultravox foram essenciais no sucesso dos Visage.

Billy Currie, conhecido essencialmente pelo seu envolvimento nos Ultravox, foi o primeiro teclista dos Visage e a principal força criadora dentro do grupo. Para além deste, também Midge Ure, vocalista dos Ultravox, ajudou a compor e produzir muitas das músicas do primeiro álbum, também ele chamado Visage. Mais, "Fade to Grey", o grande sucesso da banda, foi composto por Billy Currie, Midge Ure e por Chris Payne, um experimentado músico que colaborava frequentemente com Gary Numan.

Temos portanto uma promiscuidade muito grande entre as duas bandas coisa que, como se sabe, nem sempre dá bom resultado. Ainda hoje, Steve Strange, vocalista e um dos criadores dos Visage, discorda da atribuição da autoria de "Fade to Grey" apenas a Currie, Ure e Payne, argumentando que colaborou na escrita da letra e na ideia de incluir vocalizações em francês ao longo do single. Questiúnculas à parte, ficou uma grande música, que marcou definitivamente a década e que já tinha aqui sido postada pelo nosso Dj Ruto.



Mas as muitas similitudes entre as bandas não ficam por aí. Tal como os Ultravox, os Visage também regressaram aos álbuns no novo milénio, após 29 anos de interregno, com Heart and Knives, de 2013. A colagem ao antigo som da banda é notória, ainda que o primeiro single, este "Shameless Fashion", soe propriamente mais a Human League do que a Visage.




segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Antes e depois - I.

O regresso dos Ultravox às gravações em 2012, com o álbum Brill!ant, seguiu-se a um interregno de 28 anos da estrutura mais clássica da banda, composta por Chris Cross, Midge Ure, Warren Cann e Billy Currie. O primeiro single, homónimo ao álbum, veio acompanhado por um bom vídeo, ainda que a música já pouco tenha a ver com o vanguardismo dos Ultravox de finais de 70 e inícios de 80.



Dois nomes grandes da música britânica destacaram-se nos Ultravox: John Foxx e Midge Ure, ambos vocalistas da banda, ainda que em períodos diferentes. É já na fase deste último que saem os singles de maior sucesso, nomeadamente Vienna, o grande sucesso comercial da banda. Fiquemos assim com um antes e um depois.



segunda-feira, 7 de julho de 2014

segunda-feira, 4 de novembro de 2013

De volta aos 80 e aos New Romantics.

Já há algum tempo que não publicava um daqueles clássicos dos 80. E este é mesmo um obrigatório. A música preferida da Kim Wilde e a banda que mais influenciou em termos musicais e visuais os nossos Heróis do Mar. É verdade que as coisas começaram a descambar um pouco a partir do terceiro álbum - True, demasiado adulto e delicodoce para o meu gosto. A synthpop tinha ficado para trás mas não o sucesso.

Do primeiro álbum, Journeys to Glory, o meu single preferido deles: To Cut a Long Story Short.