São músicas novas que nos levam a fazer uma posta, mas sem grande convicção.
Fujiya & Miyagi, "Flashback", o single que dá título ao novo álbum (melhor faixa do disco: "For Promotional Use Only"). O vídeo é de David Best & Pete Fijalkowski.
Metronomy, "Lately" e "Salted Caramel Ice Cream", do álbum "Metronomy Forever". Os novos singles têm uns sintetizadores engraçados, mas ficam-se por aí. Os vídeos são do responsável máximo da banda, Joseph Mount.
Devendra Banhart, "Kantori Ongaku", o single que apresenta "Ma", o novo disco do músico e que sairá a 13 de setembro. O vídeo é de Juliana e Nicky Giraffe.
CASSIUS, "Don't Let Me Be", para o novo álbum "DREEMS". Sai sexta-feira, dia 21. O vídeo é de Emma Le Doyen.
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quarta-feira, 19 de junho de 2019
Things that make you go hmmm
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quinta-feira, 8 de novembro de 2018
Emissão retomada. II
Voltamos à rubrica 'mete-as-novidades-atrasadas-em-dia', desta vez em versão electrónica:
"Singularity", o mais recente disco de Jon Hopkins teve direito a um novo single, "Feel First Life". O vídeo é de Elliot Dear.
Ouvimos agora uns sintetizadores bem vintage: "Oh Baby", dos LCD Soundsystem, a faixa que abre o seu último de originais, "American Dream". O vídeo é de Rian Johnson Starring e conta com as participações especiais de Sissy Spacek e David Strathairn.
Alexis Taylor, o vocalista dos Hot Chip, ainda anda a promover o álbum "Beautiful Thing", lançado em abril deste ano. A nova aposta do músico inglês vai para a versão de "Suspicious of Me", aqui com o toque de Tim Goldsworthy, um dos co-fundadores da DFA Records. O vídeo é de Edwin Burdis.
Da nossa adorada Islândia, voltamos a receber os mais distintos embaixadores da música electrónica local: os GusGus. A música chama-se "Don't Know How To Love", conta com a voz de John Grant nos coros. O álbum chama-se "Lies Are More Flexible" e também foi lançado em abril deste ano. O vídeo é de Ellen Lofts, Andri Haraldsson e Baltasar Breki Samper.
"Singularity", o mais recente disco de Jon Hopkins teve direito a um novo single, "Feel First Life". O vídeo é de Elliot Dear.
Ouvimos agora uns sintetizadores bem vintage: "Oh Baby", dos LCD Soundsystem, a faixa que abre o seu último de originais, "American Dream". O vídeo é de Rian Johnson Starring e conta com as participações especiais de Sissy Spacek e David Strathairn.
Alexis Taylor, o vocalista dos Hot Chip, ainda anda a promover o álbum "Beautiful Thing", lançado em abril deste ano. A nova aposta do músico inglês vai para a versão de "Suspicious of Me", aqui com o toque de Tim Goldsworthy, um dos co-fundadores da DFA Records. O vídeo é de Edwin Burdis.
Da nossa adorada Islândia, voltamos a receber os mais distintos embaixadores da música electrónica local: os GusGus. A música chama-se "Don't Know How To Love", conta com a voz de John Grant nos coros. O álbum chama-se "Lies Are More Flexible" e também foi lançado em abril deste ano. O vídeo é de Ellen Lofts, Andri Haraldsson e Baltasar Breki Samper.
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terça-feira, 16 de outubro de 2018
O "Sledgehammer" do século XXI.
Lembram-se do famoso vídeo de "Sledgehammer", de Peter Gabriel, em 1986?
Aqui fica um derivativo mais alucinado, qual homenagem carregada de psicotrópicos: "He’s Got His Mother’s Hips", realizado por Casey & Ewan. O vídeo promove o segundo single de "Love Is Magic", o mais recente trabalho de John Grant.
A propósito do vídeo, aqui fica o testemunho de um dos realizadores, Ewan:
I just thought it was about time for another Peter Gabriel 'Sledgehammer' video and John was up for it. 13 animators in total, including us - unlucky for some… The highlight for me was 24 hours in the cool drizzle of Iceland to meet up with John, at the height of the British heat wave.
Aqui fica um derivativo mais alucinado, qual homenagem carregada de psicotrópicos: "He’s Got His Mother’s Hips", realizado por Casey & Ewan. O vídeo promove o segundo single de "Love Is Magic", o mais recente trabalho de John Grant.
A propósito do vídeo, aqui fica o testemunho de um dos realizadores, Ewan:
I just thought it was about time for another Peter Gabriel 'Sledgehammer' video and John was up for it. 13 animators in total, including us - unlucky for some… The highlight for me was 24 hours in the cool drizzle of Iceland to meet up with John, at the height of the British heat wave.
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
Símios em transe.
Dos Gorillaz de Damon Albarn e Jamie Hewlett já temos expectativas baixas. Tiveram dois grandes álbuns, o homónimo de estreia, de 2001, e o seu sucessor, "Demon Days", de 2005. Depois foi muita farra, demasiado hip-hop e a coisa azedou.
Em junho deste ano a banda lançou um novo trabalho, "The Now Now". Os primeiros singles continuaram a passar-nos ao lado. Teve de ser este "Tranz" e as suas electrónicas retro que nos fizeram olhar duas vezes para os desenhos animados.
O vídeo é de Jamie Hewlett.
Em junho deste ano a banda lançou um novo trabalho, "The Now Now". Os primeiros singles continuaram a passar-nos ao lado. Teve de ser este "Tranz" e as suas electrónicas retro que nos fizeram olhar duas vezes para os desenhos animados.
O vídeo é de Jamie Hewlett.
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quinta-feira, 23 de agosto de 2018
Shimmering neon lights (...)
Os Soft Cell de Marc Almond e de David Ball acordaram de uma longa hibernação de 15 anos e presentearam os fãs com duas músicas novas. Chamam-se "Northern Lights" e "Guilty (‘Cos I Say You Are’)” e podem ser encontradas na nova compilação da banda "The Singles - Keychains & Snowstorms", que será lançada no dia 28 de setembro.
Para já, fiquem com "Northern Lights". Não é genial, mas comparada com o lixo musical que diariamente dá à costa, a nova música dos Soft Cell é uma sereia bem apetitosa.
Para já, fiquem com "Northern Lights". Não é genial, mas comparada com o lixo musical que diariamente dá à costa, a nova música dos Soft Cell é uma sereia bem apetitosa.
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terça-feira, 7 de agosto de 2018
Títulos xaroposos. II (edição canina)
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terça-feira, 17 de julho de 2018
Títulos xaroposos.
O mais recente disco de John Grant foi baptizado de "Love Is Magic" e será editado dia 12 de outubro. O primeiro single é a música que dá o título ao álbum. Esperávamos mais do norte-americano. Aguardemos por mais músicas.
O vídeo-karaoke é de Kieran Evans.
O vídeo-karaoke é de Kieran Evans.
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quarta-feira, 23 de maio de 2018
Dueto de prata.
A Mute anunciou o lançamento de uma edição especial de "Silver Eye", o sétimo álbum de originais de Goldfrapp, a sair no próximo dia 6 de julho.
Esta Deluxe Edition contém a regravação de "Ocean", desta vez em dueto com Dave Gahan, dos Depeche Mode, assim como um conjunto de remixes e versões alternativas de canções de Alison Goldfrapp e Will Gregory.
A voz de Gahan continua soberba, mas este dueto não ganhará nenhum prémio.
Esta Deluxe Edition contém a regravação de "Ocean", desta vez em dueto com Dave Gahan, dos Depeche Mode, assim como um conjunto de remixes e versões alternativas de canções de Alison Goldfrapp e Will Gregory.
A voz de Gahan continua soberba, mas este dueto não ganhará nenhum prémio.
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terça-feira, 20 de março de 2018
Roubaram-nos os Thievery.
Os Thievery Corporation foram um dos nomes mais fortes da música de dança do final dos anos 90, início de 2000, com os álbuns "Sounds from the Thievery Hi-Fi" (1996) e "The Mirror Conspiracy" (2000). A sua combinação de dub, jazz, house e bossa nova valeu-lhes uma legião de fãs e vendas significativas. Pessoalmente, o som da banda nunca me entusiasmou, talvez por causa dessa adição de sonoridades de jazz latino e bossa nova que me são particularmente desagradáveis.
O ano passado viu o regresso aos álbuns de estúdio dos Thievery, com "The Temple of I & I", sendo que a dupla está a preparar já um regresso para este ano, através do EP "Treasures from the Temple", para o qual adiantaram este single, "Voyage Libre"
Penoso, é o mínimo que se pode dizer do single. Muitos saudosistas dos Thievery não concordarão, mas para esses deixo "Lebanese Blonde", do já referido "The Mirror Conspiracy". Eu sei que as coisas evoluem, mas parece que os Thievery não.
O ano passado viu o regresso aos álbuns de estúdio dos Thievery, com "The Temple of I & I", sendo que a dupla está a preparar já um regresso para este ano, através do EP "Treasures from the Temple", para o qual adiantaram este single, "Voyage Libre"
Penoso, é o mínimo que se pode dizer do single. Muitos saudosistas dos Thievery não concordarão, mas para esses deixo "Lebanese Blonde", do já referido "The Mirror Conspiracy". Eu sei que as coisas evoluem, mas parece que os Thievery não.
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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018
Córnico.
Com menos de dois milhares de indivíduos fluentes na língua original da Cornualha, é bem possível que pouca gente perceba as letras do novo álbum de Gwenno, intitulado "Le Kov" ("the place of memory"). A ser lançado no próximo dia 2 de Março através da Heavenly Recordings, não deixa, ainda assim, de merecer a nossa atenção, pois a qualidade melódica compensa a falta de compreensão do que a senhora vai dizendo.
Ouçamos, a título de exemplo, este "Tir Ha Mor".
Ouçamos, a título de exemplo, este "Tir Ha Mor".
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sexta-feira, 11 de agosto de 2017
They come from the land down under.
E já não são novos nisto, verdade seja dita.
É o regresso dos Cut Copy aos álbuns (obrigado DJ Ruto pela chamada de atenção), com o próxima longa-duração a chamar-se "Haiku From Zero", disponível lá para Setembro.
Para já temos estes dois avanços, "Airborne" e "Standing In The Middle Of The Field". A primeira audição não é entusiasmante, ainda que "Airborne" passe os mínimos olímpicos aceitáveis para uma banda com o currículo destes australianos.
Às vezes acontece, os singles não serem bens escolhidos e o álbum revelar-se uma boa surpresa. Mas não deixamos de ficar algo apreensivos com o que aí vem...
É o regresso dos Cut Copy aos álbuns (obrigado DJ Ruto pela chamada de atenção), com o próxima longa-duração a chamar-se "Haiku From Zero", disponível lá para Setembro.
Para já temos estes dois avanços, "Airborne" e "Standing In The Middle Of The Field". A primeira audição não é entusiasmante, ainda que "Airborne" passe os mínimos olímpicos aceitáveis para uma banda com o currículo destes australianos.
Às vezes acontece, os singles não serem bens escolhidos e o álbum revelar-se uma boa surpresa. Mas não deixamos de ficar algo apreensivos com o que aí vem...
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segunda-feira, 7 de agosto de 2017
O castigo que merecemos. - II
A menos de um mês da edição de "The Punishment of Luxury", o novo disco dos Orchestral Manoeuvres in the Dark, recebemos o single que dá nome ao disco. Marquem o dia 1 de setembro nas vossas agendas.
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segunda-feira, 10 de julho de 2017
The owls are not what they seem. II
Outra banda protegida de David Lynch que fez uma aparição na nova temporada de "Twin Peaks". Desta vez foram as norte-americanas Au Revoir Simone que actuaram no The Bang Bang Bar, com as canções "A Violent Yet Flammable World" e "Lark", ambas de "The Bird of Music", o segundo álbum das senhoras, editado em 2007.
A cena que antecede a entrada de "A Violent Yet Flammable World" conta com a participação de Sky Ferreira.
A cena que antecede a entrada de "A Violent Yet Flammable World" conta com a participação de Sky Ferreira.
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quarta-feira, 28 de junho de 2017
Sonhos nipónicos.
O nome veio do filme de 1968 "Planet of the Apes", baseado no livro de Pierre Boulle, "La Planète des Singes". Para quem não conhece a história, Cornelius era uma das personagens principais, um chimpanzé arqueólogo e historiador. No que toca a macacadas a história fica por aqui, porque o que interessa mesmo é Keigo Oyamada, o japonês de quarenta e oito anos que se apresenta ao mundo como Cornelius e que, desde 1994, anda a pegar na pop e kitch ocidental e a dar-lhe o tratamento Shibuya-kei, um género musical que nasceu no bairro de Shibuya (Tóquio), em que o corta-e-cola, experimentalismo e mixes marados são os reis da festa.
O resto do mundo descobriu-o em 1997, na obra prima "Fantasma", onde Cornelius cita três "B" como influências maiores: Bach, Burt Bacharach e Brian Wilson, ao mesmo tempo que os enfia numa misturadora com estilos musicais tão diferentes como tropicalismo, rock, electrónica, punk e muzak. "Fantasma" foi um dos discos mais rodados na aparelhagem nesse ano. A cada audição uma nova descoberta sonora, sempre fascinante.
Vinte anos depois e com dois discos pelo meio, "Point" (2001) e "Sensuous" (2006), Cornelius lança hoje um novo disco: "Mellow Waves". Ainda só conhecemos três músicas novas, mas a que nos cativou mais foi o último single, "In a Dream". O vídeo é de groovisions e é uma delícia de animação digital.
Recordamos também dois clássicos, "Drop - Do It Again" de "Point" e a maluqueira sónica que abria "Fantasma": "Mic Check".
Boa viagem!
O resto do mundo descobriu-o em 1997, na obra prima "Fantasma", onde Cornelius cita três "B" como influências maiores: Bach, Burt Bacharach e Brian Wilson, ao mesmo tempo que os enfia numa misturadora com estilos musicais tão diferentes como tropicalismo, rock, electrónica, punk e muzak. "Fantasma" foi um dos discos mais rodados na aparelhagem nesse ano. A cada audição uma nova descoberta sonora, sempre fascinante.
Vinte anos depois e com dois discos pelo meio, "Point" (2001) e "Sensuous" (2006), Cornelius lança hoje um novo disco: "Mellow Waves". Ainda só conhecemos três músicas novas, mas a que nos cativou mais foi o último single, "In a Dream". O vídeo é de groovisions e é uma delícia de animação digital.
Recordamos também dois clássicos, "Drop - Do It Again" de "Point" e a maluqueira sónica que abria "Fantasma": "Mic Check".
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sexta-feira, 2 de junho de 2017
O castigo que merecemos.
Ora aqui está um regresso que gera consenso entre os donos deste estaminé!
Os ingleses Orchestral Manoeuvres In The Dark vão lançar um novo álbum dia 1 de setembro, o décimo terceiro de uma respeitável carreira que começou há trinta e sete anos. O novo trabalho tem o apropriado nome de "The Punishment of Luxury" e o primeiro single é este kraftwerkiano "Isotype".
Ora tomem lá, que nós só fazemos isto para o vosso bem!
Os ingleses Orchestral Manoeuvres In The Dark vão lançar um novo álbum dia 1 de setembro, o décimo terceiro de uma respeitável carreira que começou há trinta e sete anos. O novo trabalho tem o apropriado nome de "The Punishment of Luxury" e o primeiro single é este kraftwerkiano "Isotype".
Ora tomem lá, que nós só fazemos isto para o vosso bem!
segunda-feira, 8 de maio de 2017
Sonhar com o passado.
Os LCD Sound System de James Murphy têm duas músicas novas, "Call The Police" e o belíssimo "American Dream".
Entre o pulsar do primeiro tema e as camadas (e camadas) de sintetizadores analógicos da segunda, somos transportados para o universo Orchestral Manoeuvres in the Dark, da fase "Architecture & Morality". Sim, são 36 anos de distância entre "Souvenir" e este sonho americano, mas com esta qualidade sonora, até parece que Murphy contou com Andy McCluskey e Paul Humphreys no estúdio de gravação.
Aqui ficam os dois temas, ainda sem vídeos oficiais, mas com um pequeno bónus: uma actuação ao vivo de "American Dream", no Saturday Night Live.
Entre o pulsar do primeiro tema e as camadas (e camadas) de sintetizadores analógicos da segunda, somos transportados para o universo Orchestral Manoeuvres in the Dark, da fase "Architecture & Morality". Sim, são 36 anos de distância entre "Souvenir" e este sonho americano, mas com esta qualidade sonora, até parece que Murphy contou com Andy McCluskey e Paul Humphreys no estúdio de gravação.
Aqui ficam os dois temas, ainda sem vídeos oficiais, mas com um pequeno bónus: uma actuação ao vivo de "American Dream", no Saturday Night Live.
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quarta-feira, 26 de abril de 2017
Mau feitio.
"Evil Twin" é uma das viciantes músicas do EP homónimo do inglês Krrum, editado já o ano passado via 37 Adventures. Diz o rapaz sobre ela: "It’s about taking all the things you don’t like about yourself or the things you regret doing and personifying that as someone else (your evil twin), as a method of getting over it. It’s also a realisation that the person you’ve created is the only one who knows these dark things about you. And when you zoom out, as both people are technically you – it means you’re the only person who fully understands yourself and everyone is lonely in that way. A proper positive song, anyway…"
Boa malha.
Boa malha.
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quinta-feira, 23 de março de 2017
Cura musical.
Tal como milhares de pessoas nos lêem diariamente, também eu vou lendo um ou dois escribas musicais que considero terem um mínimo de qualidade que justifique o dispêndio de alguns minutos do (escasso) tempo disponível. É o caso do Vítor Belanciano, um tipo porreiro e que pensa o que escreve.
Saiu ele hoje com um artigo no Público sobre Kelly Lee Owens. E não é que eu já estava para fazer uma posta sobre a rapariga já há algum tempo?! Maravilha! Assim, é só colocar um link para o artigo do Vítor (que é pago para isso) e refastelar-me à espera do gordo e do seu Preço Certo.
Público - Kelly Lee Owens
Saiu ele hoje com um artigo no Público sobre Kelly Lee Owens. E não é que eu já estava para fazer uma posta sobre a rapariga já há algum tempo?! Maravilha! Assim, é só colocar um link para o artigo do Vítor (que é pago para isso) e refastelar-me à espera do gordo e do seu Preço Certo.
Público - Kelly Lee Owens
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sexta-feira, 17 de março de 2017
O que é nacional é massa. - VII
Mira, un Lobo! é o projecto a solo de Luís F. de Sousa (MAU) que hoje vamos ter o privilégio de ver ao vivo no Ginjal Terrasse, em Cacilhas. O músico promove o seu álbum de estreia, "Heart Beats Slow", editado no ano passado. Fiquem com os singles "Serotonin" e "Tramadol", ambos realizados por Chris Lee e Paul Storrie.
Até logo!
Até logo!
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quinta-feira, 9 de março de 2017
Battle Bots.
Mais um programa de puro entretenimento, para desligar o cérebro e passar umas horitas em frente à TV: Battle Bots, batalha entre pequenos robôs que passava (passa?) na Sic Radical. O objectivo? Bem simples: dois robôs numa arena, armados de serras, machados, choques elétricos e afins, tendo como finalidade imobilizar o adversário. Muitas peças soltas, muitas porcas a saltar, muitos geeks da robótica e várias doses de tremoços consumidas.
Certamente que o Battle Bots influenciou este clip dos Little Boots, o nome de palco da senhora Victoria Hesketh, que antes já tinha figurado nos Dead Disco.
"Shake" foi o primeiro single do álbum "Nocturnes", de 2013, e que já tem um sucessor: "Working Girl" de 2015. Mas para primeira apresentação da banda aqui no Duotron preferi este "Shake". De outro modo, como vos poderia falar nas Battle Bots?
Certamente que o Battle Bots influenciou este clip dos Little Boots, o nome de palco da senhora Victoria Hesketh, que antes já tinha figurado nos Dead Disco.
"Shake" foi o primeiro single do álbum "Nocturnes", de 2013, e que já tem um sucessor: "Working Girl" de 2015. Mas para primeira apresentação da banda aqui no Duotron preferi este "Shake". De outro modo, como vos poderia falar nas Battle Bots?
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