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sexta-feira, 20 de abril de 2018

Crença australiana.

Editado no passado dia 13 de Abril, "Confident Music For Confident People" é a proposta dos australianos Confidence Man, quarteto que assim se estreia nos LP.

E confiança é o que não falta a este pessoal: muito atitude, muito humor, aposta em bons vídeos e numa dance pop moderna. Tenho de ouvir mais umas vezes para se perceber se cai para o lado do gosto ou do não gosto; mas indiferente é que não fiquei.

Vídeo a cargo do estúdio Schall & Schnabel.

quinta-feira, 16 de março de 2017

Lembrei-me, sei lá!

Beeeemmmm, a Kim Wilde! Com certeza uma presença recorrente em alguns dos wildest dreams de muitos teenagers dos 80. Certamente que hoje é uma mera curiosidade para as novas gerações mas este "Kids in America" foi muito forte no início dos anos 80, contribuindo para que a Kim Wilde seja a artista feminina com mais singles no top50 britânico dessa década.

Primeiro single do primeiro e homónimo álbum, este foi sem dúvida o maior sucesso da carreira da rapariga, ainda que "Chequered Love", "Cambodia" e "You Keep Me Hangin' On" tenham também tido boas carreiras a nível mundial.

quinta-feira, 9 de março de 2017

Battle Bots.

Mais um programa de puro entretenimento, para desligar o cérebro e passar umas horitas em frente à TV: Battle Bots, batalha entre pequenos robôs que passava (passa?) na Sic Radical. O objectivo? Bem simples: dois robôs numa arena, armados de serras, machados, choques elétricos e afins, tendo como finalidade imobilizar o adversário. Muitas peças soltas, muitas porcas a saltar, muitos geeks da robótica e várias doses de tremoços consumidas.

Certamente que o Battle Bots influenciou este clip dos Little Boots, o nome de palco da senhora Victoria Hesketh, que antes já tinha figurado nos Dead Disco.

"Shake" foi o primeiro single do álbum "Nocturnes", de 2013, e que já tem um sucessor: "Working Girl" de 2015. Mas para primeira apresentação da banda aqui no Duotron preferi este "Shake". De outro modo, como vos poderia falar nas Battle Bots?

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

M de Marc e de Maria Matos.

Amanhã teremos uma diva entre nós.
Das verdadeiras. Daquelas cheias de talento. Não das de amuos e manias.
É um senhor, um grande senhor! Uma verdadeira senhora, a bem dizer.
Mas isso não interessa nada.
O que interessa é que amanhã, finalmente, vamos ter Marc Almond entre nós comuns mortais.
A temática do concerto é um pouco irrelevante. Aliás, eu defeco na temática natalícia.
O que me interessa é a voz, a obra, a presença, o talento de fazer suas as canções de outros.
Como esta "Jacky", ou "La Chanson de Jacky", do eterno Sr. Brel.
Não rouba o pódio à versão do Sr. Scott Walker, mas fica com a prata.

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

Versões - XII

Sinceramente, em que outra situação eu conseguiria colocar aqui no Duotron um vídeo de alguém como as roliças Sugababes? Só mesmo porque a base é maravilhosa e as meninas e seus produtores não a conseguiram deturpar por completo.

Senhoras e senhoras, Sugababes tentando destruir o trabalho genial de Mr. Gary Numan.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

O auge dos New Romantics

Os ABC representaram o apogeu dos chamados New Romantics. O seu álbum de estreia, The Lexicon of Love, produzido pelo vocalista dos Buggles, Trevor Horn, atingiu grande sucesso na Europa e também nos States, neste último caso em função da rodagem constante dos singles "The Look of Love" e "Poison Arrow" na MTV. Melodias pop, letras românticas, poses e vozes afetadas e mesmo teatrais, acompanhadas por sons de sintetizador, batidas proeminentes e a utilização de instrumentos menos convencionais como harmónicas, liras ou trompetes, levaram os ABC ao topo das listas de vendas britânicas. Infelizmente, muita da equipa que ajudou a produzir o álbum debandou para os The Art of Noise, pelo que os álbuns que se seguiram foram menos coerentes e redundaram na separação dos membros da banda.

Mais uma que não podia faltar.

Continuando com questões mykonianas e homofobóticas, nada melhor que este clássico dos Dead or Alive do Pete Burns.

Podíamos estar horas a falar das mutações corporais do rapazito - ou rapazita, não sei - ou das querelas que sempre existiram entre ele e o Boy George, mas os Dead or Alive são basicamente este hit, marca indelével de uma das correntes eletrónicas dos anos 80. Dois álbuns de sucesso e o habitual desvanecimento nos anos 90 (excepção feita ao Japão, onde o grupo continuou a actuar para grandes audiências até ao ocaso do passado século) foram o seu legado.

Para dançar muito, sem vergonhas.