The Divine Comedy, ao vivo, este sábado, no Teatro Tivoli. Celebramos o regresso do Sr. Neil Hannon a Lisboa, com o clássico "Something For The Weekend", do álbum de 1996 "Casanova".
Perfeição! E que se f#da o mau tempo!
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sexta-feira, 3 de fevereiro de 2017
terça-feira, 17 de maio de 2016
Notícia do dia!
Ou da semana!
Ou do mês!
Ou mesmo do ano! Vá, atrás da vinda a Portugal do Sr. Brian Wilson.
Sim, essa ainda é a melhor do ano.
Os The Divine Comedy, do Sr. Neil Hannon, vão lançar um novo álbum no início de setembro, o seu décimo primeiro de originais!
Chama-se "Foreverland" e, como se esta boa notícia não chegasse, para o ano, somos abençoados com a presença da banda em Portugal, no dia 3 de fevereiro, no Theatro Circo de Braga, e no dia 4 de fevereiro, no Teatro Tivoli, em Lisboa.
Comemoremos a nossa felicidade com um dos clássicos da banda, "Gin Soaked Boy"!
Cheers!
Ou do mês!
Ou mesmo do ano! Vá, atrás da vinda a Portugal do Sr. Brian Wilson.
Sim, essa ainda é a melhor do ano.
Os The Divine Comedy, do Sr. Neil Hannon, vão lançar um novo álbum no início de setembro, o seu décimo primeiro de originais!
Chama-se "Foreverland" e, como se esta boa notícia não chegasse, para o ano, somos abençoados com a presença da banda em Portugal, no dia 3 de fevereiro, no Theatro Circo de Braga, e no dia 4 de fevereiro, no Teatro Tivoli, em Lisboa.
Comemoremos a nossa felicidade com um dos clássicos da banda, "Gin Soaked Boy"!
Cheers!
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quinta-feira, 8 de outubro de 2015
Rescaldo. - II
Quem vai a Londres, avia-se na Fopp!
Uns dias na capital inglesa e mais uma porrada de cds novos em casa.
Houve bagagem para todos os géneros e figuras.
Aqui ficam alguns destaques:
"Scott 3", de 1969, o terceiro álbum a solo de Scott Walker, por muitos apontado como o melhor da sua carreira, antes de enveredar pelo experimentalismo, no final da década de 1970. Tem três covers de Jacques Brel e orquestrações de se tirar o chapéu. A cavalgante "We Came Through" faz as honras de apresentação desta obra ímpar do século XX.
O clássico "Dazzle Ships" (finalmente!!), dos Orchestral Manoeuvres in the Dark, que já tinha referido aqui e aqui. Mais um video tonto, à la 80s, para este "Genetic Engineering".
A edição especial de "Kapputt", o fantástico álbum de 2011, de Dan 'Destroyer' Bejar, que traz este sumptuoso "The Laziest River". 20 minutos de pura magia retro, a lembrar Brian Eno e Peter Gabriel.
Uns dias na capital inglesa e mais uma porrada de cds novos em casa.
Houve bagagem para todos os géneros e figuras.
Aqui ficam alguns destaques:
"Scott 3", de 1969, o terceiro álbum a solo de Scott Walker, por muitos apontado como o melhor da sua carreira, antes de enveredar pelo experimentalismo, no final da década de 1970. Tem três covers de Jacques Brel e orquestrações de se tirar o chapéu. A cavalgante "We Came Through" faz as honras de apresentação desta obra ímpar do século XX.
O clássico "Dazzle Ships" (finalmente!!), dos Orchestral Manoeuvres in the Dark, que já tinha referido aqui e aqui. Mais um video tonto, à la 80s, para este "Genetic Engineering".
A edição especial de "Kapputt", o fantástico álbum de 2011, de Dan 'Destroyer' Bejar, que traz este sumptuoso "The Laziest River". 20 minutos de pura magia retro, a lembrar Brian Eno e Peter Gabriel.
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segunda-feira, 31 de agosto de 2015
Escalfados.
A Omelete publicada pelo DJ Ruto fez-me lembrar, talvez pela voz e piano, o grande Rufus Wainwright. Começa a ser altura do senhor se meter em estúdio e dar à luz um digno sucessor do brilhante "Out of the Game", já de 2012.
O vídeo deste "California", do álbum de 2001 "Poses", é para o fraquito. Mas ressalte-se a participação da irmã, Martha Wainwright, também ela cantora e compositora.
Quanto à história subjacente a este "California"... bom o melhor é nem saber. Envolve uma fase muito difícil da vida do senhor Rufus e parece que envolveu o Marylin Manson, grandes festarolas, gajos nus e afins. Passo, obrigado.
O vídeo deste "California", do álbum de 2001 "Poses", é para o fraquito. Mas ressalte-se a participação da irmã, Martha Wainwright, também ela cantora e compositora.
Quanto à história subjacente a este "California"... bom o melhor é nem saber. Envolve uma fase muito difícil da vida do senhor Rufus e parece que envolveu o Marylin Manson, grandes festarolas, gajos nus e afins. Passo, obrigado.
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Lisboa, Portugal
quarta-feira, 20 de agosto de 2014
Toca aquela!
Chama-se "Plus d'Hiver".
Aparece no álbum "Les Retrouvailles", de 2005, e é cantada pela Sra. Jane Birkin.
Yann Tiersen a fechar a nossa tarde.
Aparece no álbum "Les Retrouvailles", de 2005, e é cantada pela Sra. Jane Birkin.
Yann Tiersen a fechar a nossa tarde.
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014
Versões - XXXII
Ainda a desbravar esse objecto único que dá pelo nome de "Loud City Song", encontramos uma versão etérea do clássico de Barbara Lewis, "Hello Stranger", que chegou a número um da tabela americana de R&B, em 1963. Julia Holter apropria-se da canção e sacode-a do seu ritmo dançante-ó-maroto, esticando a estrutura base da música de uns míseros dois minutos e meio para uns valentes seis minutos e dezasseis segundos, criando uma suave tapeçaria sonora que adorna a voz cristalina de Holter.
Uma senhora cover!
Uma senhora cover!
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Novo mundo.
Chegou-me aos ouvidos com quase um ano de atraso. Mas, mais vale tarde do que nunca, como se diz.
A norte-americana Julia Holter é uma artista/performer que se estreou nos discos em 2011 com o álbum "Tragedy". Lançou em 2012 o sempre difícil segundo álbum, "Ekstasis". Mas foi no ano passado que nos trouxe o seu melhor disco, "Loud City Song". Disco percorrido por uma suavidade perturbadora, quase à beira do resvalar trágico, tudo alimentado por uma estranha amálgama de jazz, ambient, experimental music e pop barroca.
O primeiro single a ser retirado do trabalho mais recente é este "World", que abre o disco e é uma bela resenha do estado actual da obra da Sra. Holter.
David Lynch, queremos esta senhora a fazer as próximas bandas sonoras dos seus filmes!!!
A norte-americana Julia Holter é uma artista/performer que se estreou nos discos em 2011 com o álbum "Tragedy". Lançou em 2012 o sempre difícil segundo álbum, "Ekstasis". Mas foi no ano passado que nos trouxe o seu melhor disco, "Loud City Song". Disco percorrido por uma suavidade perturbadora, quase à beira do resvalar trágico, tudo alimentado por uma estranha amálgama de jazz, ambient, experimental music e pop barroca.
O primeiro single a ser retirado do trabalho mais recente é este "World", que abre o disco e é uma bela resenha do estado actual da obra da Sra. Holter.
David Lynch, queremos esta senhora a fazer as próximas bandas sonoras dos seus filmes!!!
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quarta-feira, 12 de março de 2014
Versões - XXVI
Uma das mais belas canções de despedida, aqui na voz do génio mais tenebroso dos séculos XX e XXI. Sim, que o Sr. Scott Walker ainda anda aí para as curvas do desassossego sonoro.
Originalmente interpretado por Petula Clark, "Just Say Goodbye", chega-nos nesta bela manhã cantado e tocado magistralmente pelos The Walker Brothers (que não eram irmãos, nem tinham qualquer grau de parentesco e nem tinham Walker como nome de família), no seu álbum de 1967, "Images".
)
Originalmente interpretado por Petula Clark, "Just Say Goodbye", chega-nos nesta bela manhã cantado e tocado magistralmente pelos The Walker Brothers (que não eram irmãos, nem tinham qualquer grau de parentesco e nem tinham Walker como nome de família), no seu álbum de 1967, "Images".
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Dica do dia.
Sugestão do Reverendíssimo Pastor Nick Cave.
Aleluia na sua sabedoria.
Gosto deste cruzamento Soul-Stax-70's com toque lírico.
Se o Tarantino descobre isto...
Se o Tarantino descobre isto...
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014
Passear pelo talento.
Van Dyke Parks é o arquétipo do homem da renascença nos dias que correm.
É cantor, compositor, orquestrador, multi-instrumentalista, produtor, escritor e actor. É possível que no tempo em que estou a escrever isto, já tenha feito algo novo, numa área totalmente diferente.
Nascido em 1943, viu a sua carreira de músico/compositor atingir o estrelato quando, em 1966, Brian Wilson o convidou para o ajudar a escrever a obra prima maldita dos Beach Boys "SMiLE". No seu "modesto" currículo de produtor/colaborador também podemos encontrar gente como: Phil Ochs, Haruomi Hosono, The Byrds, Tim Buckley, Little Feat, Loudon Wainwright III, Rufus Wainwright, Harry Nilsson, Randy Newman, Ry Cooder, Joanna Newsom, Grizzly Bear, Inara George, Silverchair e Ringo Starr.
Pegando no seu álbum icónico de 1968, "Song Cycle", espécie de mosaico musical e histórico dos EUA do século XX, Parks regressou em 2103 ao conceito das canções-retrato da sua vida e do seu país, e editou "Songs Cycled".
Fiquem com a música e as palavras do mestre.
É cantor, compositor, orquestrador, multi-instrumentalista, produtor, escritor e actor. É possível que no tempo em que estou a escrever isto, já tenha feito algo novo, numa área totalmente diferente.
Nascido em 1943, viu a sua carreira de músico/compositor atingir o estrelato quando, em 1966, Brian Wilson o convidou para o ajudar a escrever a obra prima maldita dos Beach Boys "SMiLE". No seu "modesto" currículo de produtor/colaborador também podemos encontrar gente como: Phil Ochs, Haruomi Hosono, The Byrds, Tim Buckley, Little Feat, Loudon Wainwright III, Rufus Wainwright, Harry Nilsson, Randy Newman, Ry Cooder, Joanna Newsom, Grizzly Bear, Inara George, Silverchair e Ringo Starr.
Pegando no seu álbum icónico de 1968, "Song Cycle", espécie de mosaico musical e histórico dos EUA do século XX, Parks regressou em 2103 ao conceito das canções-retrato da sua vida e do seu país, e editou "Songs Cycled".
Fiquem com a música e as palavras do mestre.
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quinta-feira, 19 de dezembro de 2013
M de Marc e de Maria Matos. - II
Ah, pois é.
Almond e Brel voltam a atacar.
Temos muito para celebrar e ouvir até ao concerto de amanhã.
E contamos com esta pérola amanhã.
Please, please, pretty please??
E contamos com esta pérola amanhã.
Please, please, pretty please??
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quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Sacré Bleu! - III
Où ést la piscine?
Lá-bas?
Merci!
Outro tipo que tem passado relativamente longe do território português, assim por uns milhares de quilómetros, é Bertrand Burgalat. Músico, compositor, produtor e visionário-ó-retro encarregue da editora Tricatel, Burgalat é um tipo apaixonado pelo cruzamento das sonoridades pop dos anos 60 e 70, com a Chanson Française, o Yé-Yé e as tendências retro/easy-listening. Tudo coisas boas que me agarraram logo a meio da década de 90. Enquanto meio mundo andava extasiado a ouvir o novo som francês que emergiu nessa década, graças aos Daft Punk, Étienne de Crécy, Saint-German, Phoenix, AIR (que fizeram dois primeiros álbuns geniais e depois foi sempre a descer, mas havemos de voltar a estes monsieurs), entre outros, eu descobria o potencial do piroso-retro graças ao Monsieur Burgalat.
Depois de imensas colaborações e produções, inclusive com algumas das bandas referidas anteriormente, o seu álbum de estreia, "The Ssssound of Mmmmusic", de 2000, conquistou-me de vez, graças a faixas como esta, "Ma Rencontre":
Burgalat não tem parado e o seu último álbum, "Toutes Directions", de 2012, mantém o género, com o aprofundar da personagem sonora que criou.
Lá-bas?
Merci!
Outro tipo que tem passado relativamente longe do território português, assim por uns milhares de quilómetros, é Bertrand Burgalat. Músico, compositor, produtor e visionário-ó-retro encarregue da editora Tricatel, Burgalat é um tipo apaixonado pelo cruzamento das sonoridades pop dos anos 60 e 70, com a Chanson Française, o Yé-Yé e as tendências retro/easy-listening. Tudo coisas boas que me agarraram logo a meio da década de 90. Enquanto meio mundo andava extasiado a ouvir o novo som francês que emergiu nessa década, graças aos Daft Punk, Étienne de Crécy, Saint-German, Phoenix, AIR (que fizeram dois primeiros álbuns geniais e depois foi sempre a descer, mas havemos de voltar a estes monsieurs), entre outros, eu descobria o potencial do piroso-retro graças ao Monsieur Burgalat.
Depois de imensas colaborações e produções, inclusive com algumas das bandas referidas anteriormente, o seu álbum de estreia, "The Ssssound of Mmmmusic", de 2000, conquistou-me de vez, graças a faixas como esta, "Ma Rencontre":
Burgalat não tem parado e o seu último álbum, "Toutes Directions", de 2012, mantém o género, com o aprofundar da personagem sonora que criou.
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terça-feira, 15 de outubro de 2013
Ordens superiores.
Recebidas e, em breve instantes, serão cumpridas.
Aviso à navegação: muito em breve este vosso Dj voltará a dedicar um dia a uma das suas bandas favoritas (e extremamente desconhecidas) de muitos ouvintes, os Sparks, dos irmãos Ron e Russel Mael.
Não os conhecem? Não há problema, só temos 40 anos de carreira para descobrir...
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