"Monkey Wrench", pelos Foo Fighters, com o seu baterista de mais de duas décadas, Taylor Hawkins.
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quarta-feira, 30 de março de 2022
Everlong
Foi-se um excelente baterista, relativamente novo, uma vez mais culpa do consumo excessivo de drogas.
Uma enorme perda para os Foo Fighters, mas se o exame toxicológico à urina revelou dez substâncias, incluindo THC, antidepressivos tricíclicos, benzodiazepinas e opióides, fica difícil...
quinta-feira, 10 de outubro de 2019
Quando a banda que abre é a que de facto queres ver...
Os Danko Jones dão hoje um concerto em Portugal, ao abrirem para os Volbeat. Se sobre estes últimos não tenho muito a dizer, já o power rock que os canadianos Danko nos têm vindo a oferecer há cerca de duas décadas merece uma revisitação, nomeadamente para ouvirmos o mais recente álbum da banda, editado em 2019 e intitulado "A Rock Supreme".
De "We Sweat Blood" (2005) fiquem com este impaciente "I Want You".
Para ver e ouvir no Coliseu de Lisboa, mais logo.
De "We Sweat Blood" (2005) fiquem com este impaciente "I Want You".
Para ver e ouvir no Coliseu de Lisboa, mais logo.
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Hard Rock
Local:
Lisboa, Portugal
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
U.F.O.'s
"Run" é o single de avanço para o nono álbum de originais dos Foo Fighters, intitulado "Concrete and Gold", cujo lançamento é já amanhã, dia 15.
Não é um mau single, tendo em consideração aquilo que a banda nos tem oferecido nos últimos álbuns, mas também não traz nada de novo, na eterna ligação que os Foo Fighters tentam fazer entre o mainstream, os ouvintes da MTV e o hard rock. As concessões são sempre lixadas e os resultados que daí advêm demonstram-no.
Já lá vão os tempos áureos destes pseudo-herdeiros dos Nirvana - que nunca o procuraram ser, verdade seja dita - designadamente no primeiro de originais, homónimo, e em especial no segundo, o fantástico "The Colour and the Shape". Mas os tempos eram outros, as modas também, e a banda apenas tentou ir adaptando-se às épocas em que vive, encabeçando cartazes do Rock in Rio ao lado de nomes tão sonantes como 'N Sync, Britney Spears ou Ivete Sangalo. Lá está, concessões...
Do álbum "Foo Fighters", de 1995, "I'll Stick Around"; e do álbum "The Colour and the Shape", de 1997, "Everlong".
Não é um mau single, tendo em consideração aquilo que a banda nos tem oferecido nos últimos álbuns, mas também não traz nada de novo, na eterna ligação que os Foo Fighters tentam fazer entre o mainstream, os ouvintes da MTV e o hard rock. As concessões são sempre lixadas e os resultados que daí advêm demonstram-no.
Já lá vão os tempos áureos destes pseudo-herdeiros dos Nirvana - que nunca o procuraram ser, verdade seja dita - designadamente no primeiro de originais, homónimo, e em especial no segundo, o fantástico "The Colour and the Shape". Mas os tempos eram outros, as modas também, e a banda apenas tentou ir adaptando-se às épocas em que vive, encabeçando cartazes do Rock in Rio ao lado de nomes tão sonantes como 'N Sync, Britney Spears ou Ivete Sangalo. Lá está, concessões...
Do álbum "Foo Fighters", de 1995, "I'll Stick Around"; e do álbum "The Colour and the Shape", de 1997, "Everlong".
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Local:
Lisboa, Portugal
sexta-feira, 4 de dezembro de 2015
Já foste.
Confesso que este me custa um bocado. O grunge está lá numa caixinha bem guardada do (meu) passado e só muito esporadicamente merece ser revisitada. Mas não pode ser com facilidade que vemos desaparecer alguém que, em dada altura, era uma voz diária no nosso quotidiano, do qual acompanhávamos as suas peripécias e vida de rock and roller.
Faleceu portanto hoje o Scott Weiland, vocalista dos Stone Temple Pilots, Velvet Revolver, Camp Freddy e, nos últimos tempos, dos The Wildabouts, com os quais estava em digressão. Era daquelas figuras que, mais ou cedo ou mais tarde, esperaríamos que isto acontecesse: uma morte prematura, em função da vida pouco regrada, à imagem do sucedido com um seu contemporâneo, Layne Staley.
Mas bom, ficam-nos as histórias sobre o homem, recordações de um verdadeiro animal de palco (que concerto que deram os Velvet Revolver no Coliseu!) e as óptimas canções que nos legou.
Do primeiro álbum dos STP, "Core" (de 1992) fiquem com este "Creep".
Do álbum seguinte, "Purple" (de 1994), poderíamos retirar muitas coisas, desde "Pretty Penny" a "Vasoline" ou "Big Empty". Optemos pelo single de maior sucesso desse LP, "Interstate Love Song".
Em 1996 foi a vez de "Tiny Music... Songs from the Vatican Gift Shop", para mim o melhor álbum da banda, a fugir bastante às suas raízes, apostando no menos fácil e óbvio. Influências dos The Beatles, jangle pop e shoegaze são notórias e não fora o crescente conflito interno na banda, maioritariamente motivado pelos problemas de álcool e drogas de Weiland, seria provavelmente o álbum comercialmente mais bem sucedido. "Big Bang Baby", um single que ninguém esperaria nos STP de 1992.
Bom, a partir daqui foi quase sempre a descer, muito por culpa do Scott Weiland. Por altura do lançamento do "No. 4" quase que não houve promoção, motivado pela prisão durante um ano de Weiland. Poderíamos falar sobre os restantes álbuns dos STP mas já se percebeu a trajectória, que culminou em 2013 com a sua saída definitiva da banda.
Pelo caminho ainda fez parte dos Velvet Revolver, uma super-banda (que porcaria de termo), que para além de Weiland incluia também Slash, Matt Sorum e Duff McKagan dos Guns N' Roses e Dave Kushner dos Wasted Youth. Mais uma vez este projecto foi prejudicado pelo comportamento pouco profissional de Weiland, que para além de inúmeros outros problemas decidiu entrar numa clínica de reabilitação a meio de uma tournée.
Enfim, chega de confusões. Fiquem com "Slither", provavelmente o single mais conhecido dos Velvet Revolver e prestemos homenagem à alma atormentada deste verdadeiro homem do rock.
Faleceu portanto hoje o Scott Weiland, vocalista dos Stone Temple Pilots, Velvet Revolver, Camp Freddy e, nos últimos tempos, dos The Wildabouts, com os quais estava em digressão. Era daquelas figuras que, mais ou cedo ou mais tarde, esperaríamos que isto acontecesse: uma morte prematura, em função da vida pouco regrada, à imagem do sucedido com um seu contemporâneo, Layne Staley.
Mas bom, ficam-nos as histórias sobre o homem, recordações de um verdadeiro animal de palco (que concerto que deram os Velvet Revolver no Coliseu!) e as óptimas canções que nos legou.
Do primeiro álbum dos STP, "Core" (de 1992) fiquem com este "Creep".
Do álbum seguinte, "Purple" (de 1994), poderíamos retirar muitas coisas, desde "Pretty Penny" a "Vasoline" ou "Big Empty". Optemos pelo single de maior sucesso desse LP, "Interstate Love Song".
Em 1996 foi a vez de "Tiny Music... Songs from the Vatican Gift Shop", para mim o melhor álbum da banda, a fugir bastante às suas raízes, apostando no menos fácil e óbvio. Influências dos The Beatles, jangle pop e shoegaze são notórias e não fora o crescente conflito interno na banda, maioritariamente motivado pelos problemas de álcool e drogas de Weiland, seria provavelmente o álbum comercialmente mais bem sucedido. "Big Bang Baby", um single que ninguém esperaria nos STP de 1992.
Bom, a partir daqui foi quase sempre a descer, muito por culpa do Scott Weiland. Por altura do lançamento do "No. 4" quase que não houve promoção, motivado pela prisão durante um ano de Weiland. Poderíamos falar sobre os restantes álbuns dos STP mas já se percebeu a trajectória, que culminou em 2013 com a sua saída definitiva da banda.
Pelo caminho ainda fez parte dos Velvet Revolver, uma super-banda (que porcaria de termo), que para além de Weiland incluia também Slash, Matt Sorum e Duff McKagan dos Guns N' Roses e Dave Kushner dos Wasted Youth. Mais uma vez este projecto foi prejudicado pelo comportamento pouco profissional de Weiland, que para além de inúmeros outros problemas decidiu entrar numa clínica de reabilitação a meio de uma tournée.
Enfim, chega de confusões. Fiquem com "Slither", provavelmente o single mais conhecido dos Velvet Revolver e prestemos homenagem à alma atormentada deste verdadeiro homem do rock.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Rockalhada clássica.
Aprecio bastante esta música dos Blue Oyster Cult. Para muitos dos incondicionais da banda, esta é uma derivação cheesy do verdadeiro som do grupo, que habitualmente era, diga-se, bem mais pesado. Mas a melodia da guitarra é muito bem conseguida e o riff tornou-se icónico, figurando com frequência nas listas de riffs de guitarra mais famosos de sempre. É também uma música da banda sonora do filme Halloween, de John Carpenter. Mais uma para a lista ano-noviana?
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Lisboa, Portugal
terça-feira, 8 de outubro de 2013
Bonito nome para uma banda.
Quem são os Brutus? Para além do bonito nome, que devem ter ouvido muitos álbuns dos Led Zeppelin, Black Sabbath e Iron Maiden e que são originários da Noruega, não sei rigorosamente mais nada. Aliás, confesso que nem gosto deste revivalismo de rock psicadélico dos anos 70 que eles nos trazem. But who cares?! Chama-se Brutus e está tudo dito.
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terça-feira, 6 de agosto de 2013
Para ela. Não, não essa ela. Essa é do DJ Ruto. Aquela, a boneca.
Bom, isto está a atingir o cúmulo da gosmice. Se é para descer, desçamos até às catacumbas. E, pensando bem, em que outra situação podíamos ter aqui no Duotron este rock clássico e as bonitas cabeleiras? Ainda pensei nos Europe mas este senhor é isso mesmo, um senhor. É um milagre ainda termos entre nós o Alice Cooper, The Godfather of Shock Rock.
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Lisboa, Portugal
terça-feira, 23 de julho de 2013
Versões II
Uma versão mais roqueira do que o original mas que não foge muito à linha melódica dos Bee Gees. E, como seria de esperar, qualquer coisa na voz do talentoso Mike Patton fica bem. Aliás, a vontade é começar a colocar vídeos dos Faith No More, Mr. Bungle, Fantômas ou Tomahawk, pois tudo em que este senhor se mete é, genericamente, de qualidade superior.
Fiquemos então com o "I started a joke", música duma altura em que os Bee Gees ainda não tinham entrado na decadente época da Disco Fever e pela qual são, infelizmente, mais conhecidos das gerações recentes.
Fiquemos então com o "I started a joke", música duma altura em que os Bee Gees ainda não tinham entrado na decadente época da Disco Fever e pela qual são, infelizmente, mais conhecidos das gerações recentes.
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Lisboa, Portugal
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