Ontem à noite, entre novidades como este "Don't Know Why", do mais recente "Slowdive", e clássicos como a eterna "Alison", da obra maior "Souvlaki" (1993), Lisboa teve direito a um belo concerto dos Slowdive.
O público saiu do Lisboa ao Vivo de apetite saciado e com a sensação que estiveram no lado certo da barricada, durante a complicada década de 1990...
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sexta-feira, 9 de março de 2018
terça-feira, 6 de fevereiro de 2018
Pelas ondas da rádio - XVI
Sintonia na nossa mui estimada rádio norte-americana KEXP para vermos e ouvirmos os Slowdive, enquanto não chega o 8 de março, dia em que a banda inglesa actua no Lisboa ao Vivo.
Já sabem: tragam o vosso calçado mais bonito. Contemplação nos pés, glória nos ouvidos!
Já sabem: tragam o vosso calçado mais bonito. Contemplação nos pés, glória nos ouvidos!
quarta-feira, 29 de março de 2017
Dourar a pílula.
Vinte e dois anos depois, os Slowdive regressam aos discos, com um álbum homónimo, que sai no início do mês. A primeira amostra é este "Sugar for the Pill" e deixou-nos a esfregar as mãos de contentes! E uma passagem por Portugal, numa sala como deve de ser, fora dos festivais?
O vídeo é de in/out.
O vídeo é de in/out.
terça-feira, 26 de abril de 2016
De menor não têm nada.
Rachel Goswell (Slowdive), Stuart Braithwaite (Mogwai), Justin Lockey (Editors) e James Lockey lançaram recentemente o projecto Minor Victories, formando aquilo que, na gíria discográfica, se convencionou chamar um "supergrupo". O álbum levou com o mesmo nome da banda e nós já levámos com dois singles, "Folk Arp" e "Scattered Ashes (song for Richard)", este último com direito a um vídeo bem divertido, que não deixará indiferente os amantes de gatos.
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terça-feira, 12 de janeiro de 2016
Novidades telegráficas. - XXVI
A primeira novidade chega-nos de Sinaloa, México, e dão pelo nome de Pure Morning. Praticam um indie-pop-shoegaze interessante. O álbum "The Broadcasting Department Of Philadelphia" é do ano passado, mas só agora nos chegou aos ouvidos, através do single "Victoria".
Subimos mais um pouco no continente americano até Brooklyn, para assistir ao regresso dos Yeasayer com uma amostra do novo álbum, "Amen & Goodbye", que deverá sair lá para abril. O single chama-se "I Am Chemistry" e à medida que o vamos ouvindo, vai melhorando. O video é de New Media Limited.
Também dos EUA recebemos novidades de outra favorita nossa, Neko Case, que vai lançar uma caixa de vinis com todos os álbuns da sua carreira. Tem o belo nome de "Truckdriver, Gladiator, Mule" e é precedida do single "Man". O video é de Austin Vesely.
Subimos mais um pouco no continente americano até Brooklyn, para assistir ao regresso dos Yeasayer com uma amostra do novo álbum, "Amen & Goodbye", que deverá sair lá para abril. O single chama-se "I Am Chemistry" e à medida que o vamos ouvindo, vai melhorando. O video é de New Media Limited.
Também dos EUA recebemos novidades de outra favorita nossa, Neko Case, que vai lançar uma caixa de vinis com todos os álbuns da sua carreira. Tem o belo nome de "Truckdriver, Gladiator, Mule" e é precedida do single "Man". O video é de Austin Vesely.
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terça-feira, 11 de agosto de 2015
Novidades telegráficas. - XV
Mais uma dicas do que para aí anda de novo:
A dupla inglesa The KVB, que passou pelo NOS Primavera Sound deste ano, lançou em junho passado o seu quinto álbum de originais, "Mirror Being". O primeiro single de promoção foi este "Fields". Vamos dar uma audição ao restante álbum.
De Los Angeles, California, chega-nos Doe Paoro, uma jovem que teve direito aos seus 3:58 minutos de fama, aqui no estaminé, graças ao single "Nostalgia". A música faz parte do novo álbum, "After", que Paoro vai lançar em setembro. Retro engraçadito.
A dupla inglesa The KVB, que passou pelo NOS Primavera Sound deste ano, lançou em junho passado o seu quinto álbum de originais, "Mirror Being". O primeiro single de promoção foi este "Fields". Vamos dar uma audição ao restante álbum.
De Los Angeles, California, chega-nos Doe Paoro, uma jovem que teve direito aos seus 3:58 minutos de fama, aqui no estaminé, graças ao single "Nostalgia". A música faz parte do novo álbum, "After", que Paoro vai lançar em setembro. Retro engraçadito.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
Regresso aos bons 90s. - II
À boleia da boa notícia do regresso dos Slowdive a Portugal, à edição deste ano do festival Paredes de Coura, passamos aqui um pedaço de história. A Pitchfork apresenta um documentário sobre o álbum "Souvlaki", o clássico álbum dos Slowdive, de 1993, o segundo da sua curta carreira.
Vale a pena perderem uma hora do vosso dia a ver e ouvir uma das coisas boas que saiu dos anos 90 do século passado.
Vale a pena perderem uma hora do vosso dia a ver e ouvir uma das coisas boas que saiu dos anos 90 do século passado.
quinta-feira, 4 de setembro de 2014
Regresso aos bons 90s.
Esqueçamos por momentos (ou por um longo tempo) o grunge, esqueçamos (para sempre) o hip hop dos MC Hammer, Ice-T e companhias, ignoremos temporariamente o surgimento do Brit-pop, do Trip-hop, Jungle, Drum and Bass, Big Beat e outros afins, saltemos por cima da cena de Madchester e da cultura Acid e olhemos para o primo pobre, sujo e desprezado da música moderna da última década do século XX: o shoegazing ou shoegaze.
Surgido no Reino Unido, nos finais da década de 1980, o shoegaze começou com bandas como Slowdive, Lush, Ride e My Bloody Valentine (estes num registo mais noise e menos pop). Citavam bandas como Jesus And The Mary Chain, Bauhaus, The Cure e Cocteau Twins, entre outros nomes da música alternativa dos 80s. Era gente que tocava de olhos pregados nos pedais de efeitos ou nos sapatos, daí o nome de shoegaze. As guitarras eram as protagonistas sonoras principais, recriando o conceito de "Wall of Sound" do famigerado produtor Phil Spector. Camadas e camadas de guitarras eram gravadas e distorcidas até atingir uma verdadeira parede sonora, muitas vezes abafando as vocalizações. No shoegaze, a voz era mais um instrumento do que propriamente a estrela principal como na música pop.
O lado introspectivo e contemplativo deste tipo de som teve o seu relativo sucesso até 1993, no culminar da saturação grunge, e depois desapareceu em 1995, com o reinado do Britpop.
Mas, como em todas as modas e movimentos musicais, há sempre regressos. E este ano tivemos um regresso muito feliz: os Slowdive. E felizes foram aqueles que os puderam ver e ouvir no Primavera Sound, quer no Porto, quer em Barcelona.
Fiquem então com os Slowdive, ao vivo no festival Pitchfork deste ano, com "When the Sun Hits" e "Golden hair", original de Syd Barret, que encerra de forma magistral a actuação da banda neste festival.
Surgido no Reino Unido, nos finais da década de 1980, o shoegaze começou com bandas como Slowdive, Lush, Ride e My Bloody Valentine (estes num registo mais noise e menos pop). Citavam bandas como Jesus And The Mary Chain, Bauhaus, The Cure e Cocteau Twins, entre outros nomes da música alternativa dos 80s. Era gente que tocava de olhos pregados nos pedais de efeitos ou nos sapatos, daí o nome de shoegaze. As guitarras eram as protagonistas sonoras principais, recriando o conceito de "Wall of Sound" do famigerado produtor Phil Spector. Camadas e camadas de guitarras eram gravadas e distorcidas até atingir uma verdadeira parede sonora, muitas vezes abafando as vocalizações. No shoegaze, a voz era mais um instrumento do que propriamente a estrela principal como na música pop.
O lado introspectivo e contemplativo deste tipo de som teve o seu relativo sucesso até 1993, no culminar da saturação grunge, e depois desapareceu em 1995, com o reinado do Britpop.
Mas, como em todas as modas e movimentos musicais, há sempre regressos. E este ano tivemos um regresso muito feliz: os Slowdive. E felizes foram aqueles que os puderam ver e ouvir no Primavera Sound, quer no Porto, quer em Barcelona.
Fiquem então com os Slowdive, ao vivo no festival Pitchfork deste ano, com "When the Sun Hits" e "Golden hair", original de Syd Barret, que encerra de forma magistral a actuação da banda neste festival.
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