IDLES, IDLES, IDLES, IDLES.
Não nos cansamos.
Até mesmo enfiados num estúdio de rádio, em poucos metros quadrados, a energia dos ingleses é absolutamente contagiante.
"Jesus!" é o desabafo de John Richards, o Dj do programa matinal da KEXP, após as duas primeiras canções dos IDLES. Nós acrescentaríamos: "Car#lho, fod@-se! Que maravilha!".
Oiçam também a entrevista à banda para perceberem que estamos perante malta saudável da cabeça e com uma visão do mundo que faz falta a muita gente que por aí anda.
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quinta-feira, 29 de novembro de 2018
quarta-feira, 28 de novembro de 2018
Houve muito barulho!
IDLES ao vivo, ontem à noite, no LAV.
Houve de tudo:
Invasões de palco.
Músicos a cantar (e berrar) no meio do público.
Um sapo de peluche que se tornou estrela.
Um português raivoso que se intitulava de António Costa.
Uma família beta (pai e dois filhos adolescentes) que andava ao mosh.
E um grande, enorme, tremendo concerto da banda inglesa!
GREAT!
segunda-feira, 15 de outubro de 2018
Vai haver barulho. - II
É para dia 27 de novembro, no Lisboa ao Vivo, mas já andamos a salivar por ver estes tipos ao vivo. Os IDLES são a nossa coqueluche raivosa mais recente e é sempre um prazer desconcertante ver os ingleses ao vivo. Nem que seja pela diversão caótica que provocam, como se pode atestar pela performance da banda no nosso mui estimado Later… with Jools Holland.
A canção é "Danny Nedelko".
A canção é "Danny Nedelko".
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quinta-feira, 6 de setembro de 2018
Vai haver barulho.
Hoje baixámos o volume dos sintetizadores e subimos o das guitarras.
Chamam-se Idles, são ingleses e vêm de Bristol. Apontados como uma das grandes esperanças do punk rock inglês, a trupe liderada por Joe Talbot lançou em 2017 "Brutalism", o seu álbum de estreia, que teve uma bela recepção por parte da crítica e fãs. No dia 31 de agosto espetaram com o seu segundo álbum, "Joy as an Act of Resistance", nas trombas do mundo.
E o mundo já andava a pedi-las!
O disco apresenta-nos um retrato da sociedade inglesa como há muito não ouvíamos: voraz, acutilante e desinibido, alimentado a raiva, baixo, bateria e guitarras. E como gostamos de agitar as águas, chafurdem nos singles já editados: "GREAT" (vídeo de Theo Watkins), "Danny Nedelko", "Samaritans" (Theo Watkins) e "Colossus" (Will Hooper).
Hoje voltámos a ter esperança nos ingleses!
Blighty wants his country back
Fifty-inch screen in his cul-de-sac
Wombic charm of the Union Jack
As he cries at the price of a bacon bap
Islam didn’t eat your hamster
Change isn’t a crime
So won't you take my hand sir
And sing with me in time
G R E A T
Blighty wants her blue passport
Not quite sure what the union’s for
Burning bridges and closing doors
Not sure what she sees on the seashore
(...)
My blood brother is an Immigrant
A beautiful immigrant
My blood brother’s Freddie Mercury
A Nigerian mother of three
He’s made of bone
He’s made of blood
He’s made of flesh
He’s made of love
He’s made of you
He’s made of me
Unity
Fear leads to panic
Panic leads to pain
Pain leads to anger
Anger leads to hate
(...)
(...)
Man up
Sit down
Chin up
Pipe down
Socks up
Don't cry
Drink up
Don't whine
Grow some balls he said
Grow some balls
The mask of masculinity
is a mask a mask that's wearing me
Grow some balls he said
Grow some balls
I'm a real boy
Boy and I cry
I love myself
And I want to try
This is why you never see your father cry
I kissed a boy and I liked it
Chamam-se Idles, são ingleses e vêm de Bristol. Apontados como uma das grandes esperanças do punk rock inglês, a trupe liderada por Joe Talbot lançou em 2017 "Brutalism", o seu álbum de estreia, que teve uma bela recepção por parte da crítica e fãs. No dia 31 de agosto espetaram com o seu segundo álbum, "Joy as an Act of Resistance", nas trombas do mundo.
E o mundo já andava a pedi-las!
O disco apresenta-nos um retrato da sociedade inglesa como há muito não ouvíamos: voraz, acutilante e desinibido, alimentado a raiva, baixo, bateria e guitarras. E como gostamos de agitar as águas, chafurdem nos singles já editados: "GREAT" (vídeo de Theo Watkins), "Danny Nedelko", "Samaritans" (Theo Watkins) e "Colossus" (Will Hooper).
Hoje voltámos a ter esperança nos ingleses!
Blighty wants his country back
Fifty-inch screen in his cul-de-sac
Wombic charm of the Union Jack
As he cries at the price of a bacon bap
Islam didn’t eat your hamster
Change isn’t a crime
So won't you take my hand sir
And sing with me in time
G R E A T
Blighty wants her blue passport
Not quite sure what the union’s for
Burning bridges and closing doors
Not sure what she sees on the seashore
(...)
My blood brother is an Immigrant
A beautiful immigrant
My blood brother’s Freddie Mercury
A Nigerian mother of three
He’s made of bone
He’s made of blood
He’s made of flesh
He’s made of love
He’s made of you
He’s made of me
Unity
Fear leads to panic
Panic leads to pain
Pain leads to anger
Anger leads to hate
(...)
(...)
Man up
Sit down
Chin up
Pipe down
Socks up
Don't cry
Drink up
Don't whine
Grow some balls he said
Grow some balls
The mask of masculinity
is a mask a mask that's wearing me
Grow some balls he said
Grow some balls
I'm a real boy
Boy and I cry
I love myself
And I want to try
This is why you never see your father cry
I kissed a boy and I liked it
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quinta-feira, 12 de abril de 2018
Huh!?
Um dos concertos mais duros que fui: NOFX, em 2003, no Pavilhão do Restelo. A abarrotar, muito suor, algum sangue e um concerto brutal. Fat Mike e Eric Melvin tinham acabado de editar "The War on Errorism", um álbum cheio de intervenção política e que tomou George W. Dumb Bush como alvo.
Mas a história dos NOFX é longa e remonta já a 1983 sendo que, desde então, a banda editou 13 álbuns de estúdio.
Entre as muitas músicas punk criadas, temos preciosidades como este "Monosyllabic Girl" do álbum de 1997 "So Long and Thanks for All the Shoes".
E do tal "The War on Errorism", fiquem com "Franco Un-American".
Mas a história dos NOFX é longa e remonta já a 1983 sendo que, desde então, a banda editou 13 álbuns de estúdio.
Entre as muitas músicas punk criadas, temos preciosidades como este "Monosyllabic Girl" do álbum de 1997 "So Long and Thanks for All the Shoes".
E do tal "The War on Errorism", fiquem com "Franco Un-American".
Local:
Lisboa, Portugal
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Punk pateta.
Em casa do DJ Ruto abordou-se recentemente o falecido Jimmy Savile, figura que a maioria parecia desconhecer. Apesar de não ser uma personagem de grande fôlego aqui no nosso rectângulo, o avô Savile era um apresentador de destaque no Reino Unido, sendo figura de proa da BBC e do programa musical Top of the Pops. Para além dos milhões que angariou para beneficência, Savile era também um famoso divulgador de música, o que lhe valeu o título de Sir e uma grande legião de fãs. Todavia, após a sua morte em 2011 surgiram rumores de actividades menos consentâneas com esta aura de herói. Parece que o senhor gostava de coisas tenrinhas. Infelizmente não eram frangos mas sim criancinhas. É só procurarem por Jimmy Savile scandal no google e vão ter muitas entradas sobre o assunto.
Savile era tão querido que mereceu mesmo esta música de outros avozinhos, no caso os The Toy Dolls, banda de Punk/New Wave que sobreviveu até aos nossos dias com um estilo de punk cartoonizado ou punk pateta como eu lhe chamo.
Fiquem pois com os avozinhos marotos.
Savile era tão querido que mereceu mesmo esta música de outros avozinhos, no caso os The Toy Dolls, banda de Punk/New Wave que sobreviveu até aos nossos dias com um estilo de punk cartoonizado ou punk pateta como eu lhe chamo.
Fiquem pois com os avozinhos marotos.
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Local:
Lisboa, Portugal
sexta-feira, 25 de julho de 2014
O último Ramone.
Faleceu no passado dia 11 de julho o último dos Ramones originais: Tommy Ramone, o baterista e produtor de alguns álbuns da banda. Não há muito mais a dizer. Nunca é fácil falar sobre as lendas. Nem sobre a fantástica energia que as rápidas batidas da bateria de Tommy imprimia às músicas dos Ramones.
No original este "Blitzkrieg Bop" era rapidíssimo e tinha a curta duração de cerca de 2:45 minutos. A versão ao vivo tem... pouco mais de 2:00 minutos! É punk à séria.
No original este "Blitzkrieg Bop" era rapidíssimo e tinha a curta duração de cerca de 2:45 minutos. A versão ao vivo tem... pouco mais de 2:00 minutos! É punk à séria.
Local:
Lisboa, Portugal
segunda-feira, 5 de agosto de 2013
Aneurisma? Dá-lhe mas é com uma cadeira pelos...
Quem não se sente, não é filho de boa gente.
E se pisam os calcanhares do meu parceiro de gira-discos, pisam os meus joanetes!
Portanto aqui vai a minha canção-bomba-para-partir-com-isto-tudo!
Os At The Drive-In são malta de El Paso, Texas (olá The Bridge!!), conhecidos pelo rock cru e visceral que praticam. Têm um dos álbuns essenciais do principio do milénio – "Relationship of Command" – manual de força bruta sonora comandada pelo cérebro e não pelos testículos, como muitas bandas que por aí andam.
E um dia passaram pelo programa-bíblia das boas actuações musicais televisivas: o Later with Jools Holland.
Mas vão pelas palavras de mais um funcionário da BBC, Zane Lowe, que faz uma introdução explícita daquilo que vos presenteio.
E depois da actuação, vem a cereja no topo do bolo: a cara de parvo do Robbie Williams, completamente estupefacto com o que acabou de presenciar. Ainda tenta pedir a sua cadeira de volta, mas essa, essa já foi pelos c... de algum.
E se pisam os calcanhares do meu parceiro de gira-discos, pisam os meus joanetes!
Portanto aqui vai a minha canção-bomba-para-partir-com-isto-tudo!
Os At The Drive-In são malta de El Paso, Texas (olá The Bridge!!), conhecidos pelo rock cru e visceral que praticam. Têm um dos álbuns essenciais do principio do milénio – "Relationship of Command" – manual de força bruta sonora comandada pelo cérebro e não pelos testículos, como muitas bandas que por aí andam.
E um dia passaram pelo programa-bíblia das boas actuações musicais televisivas: o Later with Jools Holland.
Mas vão pelas palavras de mais um funcionário da BBC, Zane Lowe, que faz uma introdução explícita daquilo que vos presenteio.
E depois da actuação, vem a cereja no topo do bolo: a cara de parvo do Robbie Williams, completamente estupefacto com o que acabou de presenciar. Ainda tenta pedir a sua cadeira de volta, mas essa, essa já foi pelos c... de algum.
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quarta-feira, 31 de julho de 2013
Para ouvir muito, muito alto.
Já estraguei umas colunas de um carro ao som deste sprint de guitarras e bateria. A sério! Aprecio muito os Bad Religion, não só as músicas como também as ideias que defendem e a coluna vertical que têm tido ao longo de uma carreira que vem já desde os anos 80. Ao contrário de alguns outros - vide Green Day que, ainda que legitimamente, enveredaram por caminhos mais comerciais - os Bad Religion mantêm-se fiéis aos seus princípos: punk rock crú, duro, com letras fantásticas. Sim, porque as letras dos BR são de enorme qualidade. Ao contrário do que se possa pensar, muitas bandas de punk, heavy metal e derivados têm muito cuidado com as suas letras. Pena que por vezes os grunhidos não nos deixem percepcionar o que dizem...
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