É verdade!
Muitos acreditavam que tal já não aconteceria, mas os Tool lá conseguiram ultrapassar as suas guerras com a editora e temos, portanto, novo álbum desta icónica banda norte-americana, intitulado "Fear Inoculum".
Este "Invincible" é um dos singles do álbum, lançado no passado dia 30 de agosto, e que a banda prontamente disponibilizou na íntegra na sua página no youtube.
Escusado será dizer que o álbum já foi aclamado pela crítica (excepção feita à obsoleta Rolling Stone, que lhe deu 3,5/5) e está em número 1 em diversos países, incluindo Portugal. Não gosto muito de unanimismos, mas quando as coisas são realmente boas, o que fazer?...
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sexta-feira, 13 de setembro de 2019
sexta-feira, 29 de março de 2019
Napalm para cima deles.
Os Rammstein estão de regresso, com novo álbum e novo single. Como habitualmente, nada é deixado ao acaso e a provocação vai até aos limites. Parece que aquilo lá pela Alemanha tem provocado algumas reacções efusivas...
Mas bom, já nada admira. No outro dia uma ministra sueca apareceu de rastas e foi acusada de apropriação cultural. Ou então o caso de uma representação de uma tragédia grega em que os actores pintaram a cara de preto e foram acusados de racismo.
Portanto, Beyoncé, Rhianna, Mariah Carey, é favor usar carapinha pois cabelos esticados é uma apropriação cultural que estão a fazer. E brasileiros com restaurantes de sushi? Apropriação cultural.
O melhor é fazer como os Rammstein em concerto: napalm para cima deles todos e assistir de bancada a isto a arder.
Mas bom, já nada admira. No outro dia uma ministra sueca apareceu de rastas e foi acusada de apropriação cultural. Ou então o caso de uma representação de uma tragédia grega em que os actores pintaram a cara de preto e foram acusados de racismo.
Portanto, Beyoncé, Rhianna, Mariah Carey, é favor usar carapinha pois cabelos esticados é uma apropriação cultural que estão a fazer. E brasileiros com restaurantes de sushi? Apropriação cultural.
O melhor é fazer como os Rammstein em concerto: napalm para cima deles todos e assistir de bancada a isto a arder.
quarta-feira, 2 de janeiro de 2019
O concerto do ano?
Este ano que ainda agora entrou tem já um ponto alto em perspectiva: o concerto dos Tool no Altice Arena, expectavelmente já com musicas do novo álbum.
Assim, a correr, passaram 10 anos desde o último álbum de originais, "10,000 Days", e mais de 20 sobre a obre-prima "Ænima", do qual escolhi este "Eulogy". Ansiamos sofregamente pelo regresso do Sr. Maynard & Co. Que seja em grande!
Assim, a correr, passaram 10 anos desde o último álbum de originais, "10,000 Days", e mais de 20 sobre a obre-prima "Ænima", do qual escolhi este "Eulogy". Ansiamos sofregamente pelo regresso do Sr. Maynard & Co. Que seja em grande!
segunda-feira, 23 de outubro de 2017
Quando pensas em alguém e te aparece o gémeo...
Andamos mortinhos por um novo álbum dos Tool mas o Sr. Maynard & Cia. andam com pouca vontade, apesar dos inúmeros anúncios de que vão entrar em estúdio, que já gravaram uma nova música ou de que para o ano é que vai ser.
Não havendo Tool vamo-nos contentando com os singles editados pelos A Perfect Circle (APC), caso deste "The Doomed", lançado a semana passada como antevisão do álbum que deve sair em 2018.
O single não é fantástico e os APC não são os Tool, independentemente da presença do Maynard James Keenan. Esperemos. Sentados...
Não havendo Tool vamo-nos contentando com os singles editados pelos A Perfect Circle (APC), caso deste "The Doomed", lançado a semana passada como antevisão do álbum que deve sair em 2018.
O single não é fantástico e os APC não são os Tool, independentemente da presença do Maynard James Keenan. Esperemos. Sentados...
segunda-feira, 18 de setembro de 2017
Quando o aborto se mete com o diabo.
Tem 7 dias este single, ou seja, está acabadinho de sair do forno! E é o primeiro avanço para o décimo álbum de originais da super-estrela americana Marilyn Manson. Dia 6 de Outubro conheceremos o resto de "Heaven Upside Down", mas pela amostra, inclusive do videoclipe, é mais do mesmo, ainda que o mesmo seja, em largos momentos, bom.
Ao que parece, o pedaço de merda (tradução literal) do Justin Bieber andou a meter-se com o senhor Manson. Podem ler mais sobre a história aqui. Quanto a Bieber, pouco mais poderão obter deste blogue, pois não temos a tendência para falar sobre abortos musicais. Mas sobre a questão de Marylin Manson ser ou não relevante... Bom, pode gostar-se ou não da personagem, da imagem, da música, etc., mas "Portrait of an American Family", "Antichrist Superstar" ou "Mechanical Animals" nunca serão notas de rodapé na história da música.
"Dope Hat", de "Portrait of an American Family", de 1994:
O inevitável "Beautiful People" e o não tão expectável "Antichrist Superstar", do álbum "Antichrist Superstar", de 1996:
E "mOBSCENE", do álbum de 2003 "The Golden Age of Grotesque":
Ao que parece, o pedaço de merda (tradução literal) do Justin Bieber andou a meter-se com o senhor Manson. Podem ler mais sobre a história aqui. Quanto a Bieber, pouco mais poderão obter deste blogue, pois não temos a tendência para falar sobre abortos musicais. Mas sobre a questão de Marylin Manson ser ou não relevante... Bom, pode gostar-se ou não da personagem, da imagem, da música, etc., mas "Portrait of an American Family", "Antichrist Superstar" ou "Mechanical Animals" nunca serão notas de rodapé na história da música.
"Dope Hat", de "Portrait of an American Family", de 1994:
O inevitável "Beautiful People" e o não tão expectável "Antichrist Superstar", do álbum "Antichrist Superstar", de 1996:
E "mOBSCENE", do álbum de 2003 "The Golden Age of Grotesque":
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
Lancem lá essa cena!
Está quase a fazer 10 anos desde o lançamento de "10.000 Days", o quinto e último álbum de originais dos norte-americanos Tool. Desde 2010 que surgem notícias nos media de que "este ano é que é! Vem aí um novo álbum dos Tool!" Mas não. Estamos em 2016 e não há mostras disso poder vir a acontecer num futuro próximo. A banda realizou uma pequena tour pelos EUA, em Janeiro passado, acompanhada pelos Primus. Mas com a excepção de uma música nova pouco ou nada saiu desses concertos.
Resta-nos portanto aguardar, tendo a secreta esperança de que o tempo de espera venha a valer a pena. Mas certamente que sim, pois os Tool são inimitáveis e com uma qualidade que permite estes desaforos à paciência dos fãs.
Fiquem entretanto com Rosetta Stoned, do tal "10.000 Days", de 2006.
Resta-nos portanto aguardar, tendo a secreta esperança de que o tempo de espera venha a valer a pena. Mas certamente que sim, pois os Tool são inimitáveis e com uma qualidade que permite estes desaforos à paciência dos fãs.
Fiquem entretanto com Rosetta Stoned, do tal "10.000 Days", de 2006.
quarta-feira, 9 de dezembro de 2015
Quasi-atropelamento.
Hoje fui atropelado por esta recordação. Quase literalmente, diga-se. Ia na minha vidinha, a atravessar a rua, quando um energúmeno na sua carrinha de distribuição decide passar um sinal vermelho e por pouco não me levava a ponta dos sapatos.
Depois de ter desejado saúde à sua mãezinha é que percebi que o senhor não me deve ter ouvido, tal a discoteca que seguia dentro daquela viatura. E o que musicava o cantante daquele chulo (perdoe-me, mãezinha)? Stories, dos norte-irlandeses Therapy?.
Esta veio mesmo lá do fundo do baú! Assisti a um concerto dos Therapy? pela primeira e única vez no Super Rock Super Bock de 1995, a par de bandas como os Morphine, The Cure ou Faith No More. Na altura pareceu-me um cartaz fabuloso e, bem vistas as coisas, era-o certamente. Vinte anos depois quem desdenharia ver novamente uma dessas bandas? Eu certamente que não.
Do álbum "Infernal Love", de 1995, "Stories".
segunda-feira, 23 de março de 2015
Regresso que se saúda.
Os Faith No More regressam em 2015 com o álbum "Sol Invictus", a ser lançado em 19 de Maio através das Reclamation Recordings/Ipecac Recordings. Grande expectativa para ver o que ainda nos tem para dizer, 18 anos depois do seu último álbum, uma das bandas mais importantes do rock das décadas de 80 e 90.
A apoiar este álbum está um tourné com cerca de 20 datas, dos EUA à Austrália, passando pelo Japão e pela Europa (infelizmente sem datas previstas para Portugal).
De Mike Patton e dos seus comparsas podemos sempre esperar grandes coisas. Esperemos pois que este "Sol Invictus" seja da mesma linhagem do que "The Real Thing" ou "Angel Dust"
A apoiar este álbum está um tourné com cerca de 20 datas, dos EUA à Austrália, passando pelo Japão e pela Europa (infelizmente sem datas previstas para Portugal).
De Mike Patton e dos seus comparsas podemos sempre esperar grandes coisas. Esperemos pois que este "Sol Invictus" seja da mesma linhagem do que "The Real Thing" ou "Angel Dust"
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
RIR.
Por falar de pessoas do rock que transitam de projectos... Então não é que a organização do Rock in Rio anunciou a vinda dos Prodigy e dos QOTSA?! Eu já estou farto de festivais e o RIR é a pior coisa onde me podem meter, mas com estas duas bandas é que os gajos me lixaram. Talvez mesmo mais com os QOTSA, pelo simples facto de nunca os ter visto ao vivo.
QOTSA é sinónimo de Josh Homme e este era um dos homens fortes dos saudosos Kyuss, de onde também era o baixista dos QOTSA - Nick Oliveri (era, pois saiu por altura do álbum Songs for the Deaf). Definidores do estilo stoner rock, os Kyuss tiveram uma curta mas intensa carreira. Conflitos internos ditaram a dispersão dos membros da banda. A Josh Homme calhou-lhe formar os QOTSA. E ainda bem que o fez. Aquela guitarra fantástica, já perceptível nos Kyuss, é um marco no rock mais recente.
QOTSA é sinónimo de Josh Homme e este era um dos homens fortes dos saudosos Kyuss, de onde também era o baixista dos QOTSA - Nick Oliveri (era, pois saiu por altura do álbum Songs for the Deaf). Definidores do estilo stoner rock, os Kyuss tiveram uma curta mas intensa carreira. Conflitos internos ditaram a dispersão dos membros da banda. A Josh Homme calhou-lhe formar os QOTSA. E ainda bem que o fez. Aquela guitarra fantástica, já perceptível nos Kyuss, é um marco no rock mais recente.
Etiquetas:
Alternative Metal,
anos 90,
Kyuss,
QOTSA,
Stoner Rock
Local:
Lisboa, Portugal
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Versões - XVIII
Por falar em clássicos dos anos 80 (estamos a falar sobre isso, certo?), um que é indelével é o "Sweet Dreams (Are Made of This)" dos Eurythmics. Fazer uma versão sobre um tema tão fantástico é algo que só podia redundar em asneira, o que é muito frequente. Para surpresa de muitos, o Sr. Marilyn Manson fez uma versão desta música, em 1995, para o álbum "Smells Like Children" e não é que saiu um tema muito interessante?!
Sobre a figura muito se poderá dizer. Que é o anti-cristo, que retirou umas costelas para poder fazer auto-blowjobs ou, como ele próprio refere "The Christian Coalition said I was throwing puppies and cocaine into the audience and demanding they kill the dogs and do the drugs, when, in fact, I'VE NEVER HURT AN ANIMAL AND I DON'T GIVE AWAY DRUGS FOR FREE". Aliás, quem será maior aberração: Marilyn Manson ou os atrasados da Miley Cyrus e Justin Bieber. Donde é que saíram estes dois seres viscosos e repugnantes?
Voltarei de certeza ao Sr. Marilyn Manson, nomeadamente ao seu excelente álbum conceptual "Antichrist Superstar".
Sobre a figura muito se poderá dizer. Que é o anti-cristo, que retirou umas costelas para poder fazer auto-blowjobs ou, como ele próprio refere "The Christian Coalition said I was throwing puppies and cocaine into the audience and demanding they kill the dogs and do the drugs, when, in fact, I'VE NEVER HURT AN ANIMAL AND I DON'T GIVE AWAY DRUGS FOR FREE". Aliás, quem será maior aberração: Marilyn Manson ou os atrasados da Miley Cyrus e Justin Bieber. Donde é que saíram estes dois seres viscosos e repugnantes?
Voltarei de certeza ao Sr. Marilyn Manson, nomeadamente ao seu excelente álbum conceptual "Antichrist Superstar".
terça-feira, 5 de novembro de 2013
Versões - XVI
O álbum de tributo aos Depeche Mode "For The Masses: A Tribute To Depeche Mode", de 1998, ficou célebre por algumas das versões que lá constavam. Entre elas encontrava-se uma versão de "Stripped" (obra-prima da discografia dos DM, do álbum "Black Celebration" de 1986), feita pelos Rammstein, com direito a video polémico (outra coisa não se podia esperar dos senhores alemães), por usar sequências de filmes de Leni Riefenstahl, a polémica realizadora alemã que ficou sempre conotada com o regime nazi de Hitler.
Mas o que importa aqui é recordar a qualidade sonora e visual de duas estéticas alemãs, pródigas em monstros e anjos, e separadas por mais de 60 anos, mas que casaram tão bem neste video.
Mas o que importa aqui é recordar a qualidade sonora e visual de duas estéticas alemãs, pródigas em monstros e anjos, e separadas por mais de 60 anos, mas que casaram tão bem neste video.
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Rammstein
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
terça-feira, 16 de julho de 2013
Guloseimas
Os A Perfect Circle são uma versão mais soft dos brilhantes Tool, uma das bandas de eleição deste vosso Bruto. Não obstante, a escolha vai mesmo para os APC. Porquê? Vejam o vídeo...
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