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quinta-feira, 26 de setembro de 2019

Bodas de ouro.

Há 50 anos atrás era lançada mais uma das obras-primas dos The Beatles, no caso "Abbey Road", o décimo primeiro álbum de estúdio da banda.

Para além da famosa fotografia da capa, este foi o último álbum em que os 4 Beatles estiveram simultaneamente em estúdio. Aliás, muito se debate se será este ou "Lei It Be" o último verdadeiro álbum da banda, algo que tem originado inúmeras discussões, mais ou menos calorosas.

Fiquemos com uma das contribuições de George Harrison para este álbum, "Here Comes The Sun".

segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Rua da moeda.

Muitas das imagens deste video foram gravadas precisamente há 51 anos, ou seja, a 5 de fevereiro de 1967. Passeios por Stratford, Angel Lane (Londres) e o Royal Theatre constituíram o cenário para o vídeo da música, ainda que a "Penny Lane" original seja de facto em Liverpool.

Fiquem pois com os The Beatles e a música companheira de "Strawberry Fields Forever" no "Double-A side".

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Bodas de ouro!

Por estes dias comemora-se os 50 anos da edição de um dos discos mais importantes da história da música. Lançado a 26 de Maio de 1967 no Reino Unido e a 2 de Junho de 1967 nos EUA, "Sgt. Pepper's Lonely Hearts Club Band" foi um marco indelével na vida de muitos que viveram nos 60, 70 e, ainda hoje, é pedra fundamental e influência de muitos músicos que prezam a boa música.

Sobre os The Beatles e este álbum já muito se escreveu. A melhor forma de o comemorarmos é ouvir novamente esta peça brilhante, sendo que para atiçar a curiosidade deixo aqui este "Being for the Benefit of Mr. Kite!".

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Anyone got any salmon?

Pois, por aqui não se arranja salmão mas sim drogas. Drogas leves, drogas pesadas, drogas líquidas, drogas Isabel Moreira, muita coisa e da boa.

A música - e o mundo do espectáculo em geral - sempre esteve associada a vidas pouco regradas, ao excessivo consumo de álcool, drogas e afins. Não, não vamos voltar ao tema de 2016, de mortes sequenciais de reconhecidos músicos. Mas já que aqui estamos façamos uma pequena viagem pelo universo das canções que descaradamente ou de forma mais sub-reptícia incluíam nas letras menção a uma determinada droga. E para começar, a primeira que me vem logo à cabeça é... "Ebeneezer Goode" dos britânicos The Shamen. Descaradíssima. Adoro! Vamos ao refrão?

"eezer Goode, eezer Goode, he's Ebeneezer Goode".

Ou seja, soa a "E's are good", notória referência ao ecstasy. Ao longo da música há muitas outras referências, como "He's refined, he's sublime, he makes you feel fine; Though very much maligned and misunderstood" ou "A gentleman of leisure, he's there for your pleasure; But go easy on old Eezer he's the love you could lose"

Muita polémica deu esta música, com a BBC a bani-la e Jarvis Cocker a adjectivar o trabalho como "despicable record". O que é certo é que chegou a número 1 do Top britânico e só sob muita pressão mediática a banda decidiu retirar o single, continuando sempre a afirmar que a letra nada tinha que ver com drogas. Exacto!



Outra polémica? "Golden Brown", dos The Stranglers. É verdade, quem diria que uma musiquita tão delidoce e melodiosa poderia esconder algo de maléfico? A banda também sempre negou qualquer referência à heroína, algo que associado a uma letra inextrincável permitiu evitar que a música fosse ostracizada. Mas em 2001, Hugh Cornwell lá admitiu que a música falava numa namorada dele da altura e em heroína. Mais vale tarde.



Outra melodia muito bonita é a dos The La's em "There She Goes", com passagens como "There she goes again / Coursing through my veins". Uma vez mais a banda sempre negou a ligação dessas palavras a drogas, ainda que a reputação de Lee Mavers, cantor e compositor dos The La's, não ajude muito à defesa. Curiosidade: os Sixpence None the Richer fizeram uma versão da canção, a qual teve muito sucesso nos EUA; todavia, após descobrirem o que poderia estar subjacente à letra, parece que ficaram escandalizados. O dinheiro que entrou à custa da canção parece que já não lhes causou tanto desgosto.



Esta é polémica e talvez o DJ Ruto nos possa ajudar. "Lucy in the sky with diamonds". Ultraje! Mentira! Os The Beatles?! Blasfémia. Talvez. Mas não se livraram de comentários sobre referências a LSD, algo a que as roupas, algumas músicas e todo ambiente psicadélico que envolveu a banda por alturas do "Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band" não ajudam a desmentir. Lennon e Macca sempre afastaram essa possibilidade, mas as dúvidas ficarão para sempre



Esta é outra fantástica. Não pela música, da qual não morro de amores, mas pelo conceito: um conjunto de adolescentes a cantar "Pass the dutchie" (influência de Pass the Kouchie, uma expressão utilizada pela comunidade jamaicana radicada em Inglaterra para referir um cachimbo com marijuana). Foi este um dos sucessos de 1982, que deu o único número 1 aos Musical Youth.



Finalizemos com outra bastante insuspeita: "Beetlemum", dos Blur. Damon Albarn já o confirmou em entrevista, referindo que a letra pretendia homenagear os muitos amigos que tinha perdido para a heroína. Beetlebum tem como referência "chasing the beetle", o que em calão significa fumar heroína.


segunda-feira, 19 de dezembro de 2016

Lennon - I

Esta semana, a propósito do lançamento de "Lennon" — a caixa que reúne os oito álbuns de estúdio do ex-Beatle, remasterizados e gravados em vinil de 180 gramas, mais um álbum de raridades e um livro da autoria de Yoko Ono, Julian e Sean Lennon — voltamos a ouvir as canções que nos educaram e nos ajudaram a ser gente.

Começamos com "Instant Karma", do álbum de 1970, "John Lennon/Plastic Ono Band", aqui ao vivo no Top Of The Pops, da BBC.

sexta-feira, 25 de setembro de 2015

Ainda os Beatles.

Faz hoje 50 anos que estreou na TV norte-americana ABC a série animada dos The Beatles, que neste primeiro episódio apresentava as músicas "Hard Day's Night" e "I Want To Hold Your Hand". Há também um passeio pelo fundo do mar com um polvo, casas assombradas e muitas outras coisas bem "cheesy"!

Mas são os Beatles e portanto tudo se perdoa!

sábado, 31 de maio de 2014

Versões - XXVIII

Lembrei-me dos The Beatles e logo vieram à cabeça umas dezenas de músicas. Uma dessas foi aquela que por certo mais vezes foi alvo de uma qualquer versão: "Twist and Shout". Mas na verdade a canção dos Beatles era já ela uma versão de um tema de 1961 dos The Top Notes intitulada "Shake It Up, Baby", que ainda seria revista pelos The Isley Brothers até chegarmos à versão mais conhecida dos The Beatles.

Depois, bem depois vieram versões dos the Mamas & the Papas, Cliff Richard, The Tremeloes e continuando... Mas o "Twist and Shout" mais conhecido é naturalmente o dos The Beatles, até pela voz cansada, arranhada e em esforço do John Lennon, após gravar dez canções em cerca de dez horas para o álbum "Please, please me".

Por ser menos conhecida fiquemos com os Isley Brothers.

Daqui para a Suécia.

O primeiro número 1 dos The Beatles nos States, há 50 anos.

quinta-feira, 19 de dezembro de 2013

Can I see your license, please?

Desafio fácil, essa da temática dos nomes. Qual site, qual carapuça.
Esta estava na ponta da língua e o acaso não mora aqui, é mesmo devoção e muita pancada.
E amor, sim. Isso também.
Mas muita pancada.


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Não gostas? Então vai levar no... - I

Iniciamos hoje uma nova rubrica no vosso blog favorito, a propósito da posta matinal da doação de corações.
Vamos apresentar músicas e bandas que, apesar de todo o disparate verborréico que lhes possa ser dirigido, nós (Dj's altamente reputadíssimos) amamos e damos o nosso coração incondicionalmente.
E voltando à referida posta matinal, aqui ficam os inspiradores The Fab Four!
Quem não gostar, vá ler como é que a pipoca ficou com ela mais doce apesar do adiantado estado da DST.