"Real People, Not Actors" é uma das músicas do recente "Am I Using Content Or Is Content Using Me?" da dupla Raime, composta por Joe Andrews e Tom Halstead.
Experimentações musicais que apontam para uma evolução do som dos Raime para além daquilo que eles nos ofereciam sob o alias Yally.
Agora vou só ali ligar para o programa da Cristina... pode ser que ela me atenda. Até já.
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quarta-feira, 9 de janeiro de 2019
quarta-feira, 4 de julho de 2018
Sombrio.
Banda sonora para um dia como este.
É tipo: "não me incomodem".
"Dark Side of My Room", para a dupla alemã Extrawelt, do álbum "Schöne Neue Extrawelt".
É tipo: "não me incomodem".
"Dark Side of My Room", para a dupla alemã Extrawelt, do álbum "Schöne Neue Extrawelt".
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segunda-feira, 2 de julho de 2018
Nuvens fofinhas.
Os The Orb têm novo álbum, o décimo quinto da carreira do duo Alex Paterson e Thomas Fehlmann. Depois dos dois grandes momentos de inspiração que foram Moonbuilding 2703 AD (2015) e COW / Chill Out, World! (2016), o single de apresentação para "No Sounds Are Out of Bounds" é esta xaropada "Rush Hill Road", música vocalizada, a fazer lembrar as canções de encantamento da serpente das Sugababes.
Não faz jus ao historial da banda e a músicas icónicas como "Little Fluffy Clouds". E é um single que não reflecte algumas virtudes deste novo álbum.
Temos portanto momentos péssimos, como neste "Wolfbane":
E momentos conseguidos, como em "Doughnuts Forever":
E como recordação, o tal "Little Fluffy Clouds", do álbum de 1991 "The Orb's Adventures Beyond the Ultraworld".
Não faz jus ao historial da banda e a músicas icónicas como "Little Fluffy Clouds". E é um single que não reflecte algumas virtudes deste novo álbum.
Temos portanto momentos péssimos, como neste "Wolfbane":
E momentos conseguidos, como em "Doughnuts Forever":
E como recordação, o tal "Little Fluffy Clouds", do álbum de 1991 "The Orb's Adventures Beyond the Ultraworld".
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quinta-feira, 14 de junho de 2018
Microhouse.
"Persona" é o quarto longa-duração de Ryan Lee West, mais conhecido pelo seu nome de palco, Rival Consoles.
Um álbum menos fácil que os anteriores "Howl" e "Night Melody", também editados através da Erased Tapes, não deixa, ainda assim, de ser um bom momento de IDM, num ano que está a ser particularmente fraco no que diz respeito a bons lançamentos dentro desse estilo musical.
Para comparação deixo também este "Haunt", do EP de 2015 "Odyssey/Sonne".
Um álbum menos fácil que os anteriores "Howl" e "Night Melody", também editados através da Erased Tapes, não deixa, ainda assim, de ser um bom momento de IDM, num ano que está a ser particularmente fraco no que diz respeito a bons lançamentos dentro desse estilo musical.
Para comparação deixo também este "Haunt", do EP de 2015 "Odyssey/Sonne".
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quarta-feira, 4 de abril de 2018
Frio (quase) árctico.
Os Kiasmos são um projecto faroé-islandês já com alguns anos de estrada, ainda que só tenham um LP no seu historial (e vários EPs, é verdade). Electrónica muito suave, a vogar entre o Deep House, Minimal e Ambient, são uma banda sonora perfeita para as paisagens geladas dos respectivos países de origem. Não sendo a primeira vez que falamos na banda aqui do Duotron, não faz mal nenhum fazermos uma revisitação.
Havendo falta de vídeos de qualidade da banda, recorro à muito querida (do DJ Ruto, mas também minha) KEXP, para uma performance ao vivo de "Looped", do álbum homónimo à banda.
Havendo falta de vídeos de qualidade da banda, recorro à muito querida (do DJ Ruto, mas também minha) KEXP, para uma performance ao vivo de "Looped", do álbum homónimo à banda.
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segunda-feira, 11 de setembro de 2017
Regresso na calma - II.
Segunda entrada para os Four Tet aqui no Duotron, música do álbum "Pause", de 2001, o segundo da banda e o primeiro editado através da Domino Records.
Se há um álbum que veio balizar aquilo que se entendeu definir como "folktronica" foi este "Pause", que combina a nostalgia orgânica do folk britânico com batidas quentes e redondas do Big Beat e da electrónica em geral.
Continuamos, assim, nas calmas.
Se há um álbum que veio balizar aquilo que se entendeu definir como "folktronica" foi este "Pause", que combina a nostalgia orgânica do folk britânico com batidas quentes e redondas do Big Beat e da electrónica em geral.
Continuamos, assim, nas calmas.
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segunda-feira, 3 de julho de 2017
Julho e mais novidades!
Novo trabalho de Ochre, projecto do inglês Christopher Leary, que nos propõe este "Port Authority" do álbum deste ano "Beyond the Outer Loop", editado através da Aura Materia.
Electrónica de colagens, com sugestões que nos lembram Orbital, Autechre ou Aphex Twin. Eventualmente seria desejável que cada tema fosse um pouco mais desenvolvido, não ficando espartilhado nos 4/ 5 minutos por música, algo que faz sentido no universo pop e rock, feito para as rádios, mas não necessariamente no âmbito do IDM.
Ainda assim um LP que vale a pena ouvir, pela consistência e boas melodias.
Electrónica de colagens, com sugestões que nos lembram Orbital, Autechre ou Aphex Twin. Eventualmente seria desejável que cada tema fosse um pouco mais desenvolvido, não ficando espartilhado nos 4/ 5 minutos por música, algo que faz sentido no universo pop e rock, feito para as rádios, mas não necessariamente no âmbito do IDM.
Ainda assim um LP que vale a pena ouvir, pela consistência e boas melodias.
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segunda-feira, 17 de abril de 2017
Drone Music.
E o que é drone music? Apenas mais um rótulo que se cria para tentar definir algo que, muito naturalmente, se poderia intuir como música electrónica. Mas chamemos-lhe IDM, para diferenciar do conceito mais dançante de EDM. E no meio de tantas formatações do que estamos mesmo a falar? Do novo álbum dos Blanck Mass, "World Eater", editado bem recentemente através da Sacred Bone Records.
Tinha grande expectativa acerca do novo LP do senhor Benjamin John Power e o mesmo não desmerece, mantendo-se na linha de "Dumb Flesh", de 2015. Para ouvir com atenção este "Please", "Rhesus Negative" e "The Rat".
Tinha grande expectativa acerca do novo LP do senhor Benjamin John Power e o mesmo não desmerece, mantendo-se na linha de "Dumb Flesh", de 2015. Para ouvir com atenção este "Please", "Rhesus Negative" e "The Rat".
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quarta-feira, 22 de março de 2017
Panda (mas desta vez não Bear).
Os Gold Panda passaram por Lisboa o ano passado, no âmbito do Jameson Urban Routes, ocasião que serviu para apresentar o terceiro álbum de originais - "Good Luck and Do Your Best" - deste músico britânico, o primeiro a sair pela City Slang.
É um LP bonito e com uma electrónica calma, menos dançante que o seu antecessor, "Half of Where You Live" e mais próximo em termos de estrutura e sonoridade do primeiro álbum de originais, "Lucky Shiner". Soa bem e soa a diferente do que a maioria vai fazendo por terras do IDM.
É um LP bonito e com uma electrónica calma, menos dançante que o seu antecessor, "Half of Where You Live" e mais próximo em termos de estrutura e sonoridade do primeiro álbum de originais, "Lucky Shiner". Soa bem e soa a diferente do que a maioria vai fazendo por terras do IDM.
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Mais uma coisinha fantástica da XL.
Já nos habituámos a que a XL Recordings nos vá presenteando com projectos de enorme qualidade, casos dos Radiohead, Lemon Jelly ou Ratatat (sim, parece que também editam uma Adele, mas já diz o povo que no melhor pano cai a nódoa). Os Atoms for Peace é mais um dos nomes da editora, algo que não se estranha em função dos AfP serem, grosso modo, Thom Yorke e sus muchachos. E quem são esses rapazes? Flea dos Red Hot Chili Peppers, Nigel Godrich (produtor de longa data dos Radiohead), Joey Waronker (Beck e R.E.M.) e Mauro Refosco (Forro in the Dark).
"Default" foi single do álbum "Amok", de 2013. Único senão que encontro neste álbum? O poder dizer-se que é um álbum dos Atoms for Peace ou do Thom Yorke. A construção e melodia não foge em nada aos trabalhos a solo do rapaz, o que acaba por desperdiçar um pouco o bom colectivo que se conseguiu reunir à volta deste projecto. Mas o que importa é que é bom e isso... bom, isso é inegável.
"Default" foi single do álbum "Amok", de 2013. Único senão que encontro neste álbum? O poder dizer-se que é um álbum dos Atoms for Peace ou do Thom Yorke. A construção e melodia não foge em nada aos trabalhos a solo do rapaz, o que acaba por desperdiçar um pouco o bom colectivo que se conseguiu reunir à volta deste projecto. Mas o que importa é que é bom e isso... bom, isso é inegável.
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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017
Inteligência emocional.
Não deixa de ser algo presunçoso o termo que capeia todas as músicas que caem nesta corrente do Ambient: IDM. Para além do IDM há o EDM, o ClubTrance, o Hard Dance e mais uma série de designações que apenas pretendem balizar o trabalho de um músico quando, na maioria dos casos, é impossível catalogar a música que hoje em dia se produz. É o caso dos Bola - aka Darrell Fitton. Muita coisa sob o chapéu IDM mas com fugas para o Downtempo e o puro Synth.
Este "Forcasa 3" será das melhores coisas que o Sr. Bola compôs ao longo da sua carreira, visto que muitas outras apresentam uma letargia perigosamente transmissível e pouco inovadora. Mas esta... esta hits the spot!
Este "Forcasa 3" será das melhores coisas que o Sr. Bola compôs ao longo da sua carreira, visto que muitas outras apresentam uma letargia perigosamente transmissível e pouco inovadora. Mas esta... esta hits the spot!
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terça-feira, 3 de março de 2015
Subsubgéneros.
Os The Glitch Mob são uma banda electrónica norte-americana que se inserem na denominada corrente Glitch.
E o que é o Glitch? Source Wikipedia: "Glitch is a genre of electronic music that emerged in the late 1990s. It has been described as a genre that adheres to an "aesthetic of failure," where the deliberate use of glitch-based audio media, and other sonic artifacts, is a central concern.[1]
Sources of glitch sound material are usually malfunctioning or abused audio recording devices or digital electronics, such as CD skipping, electric hum, digital or analog distortion, bit rate reduction, hardware noise, software bugs, crashes, vinyl record hiss or scratches and system errors.[2] In a Computer Music Journal article published in 2000, composer and writer Kim Cascone classifies glitch as a subgenre of electronica, and used the term post-digital to describe the glitch aesthetic."
É portanto electrónica e não vale a pena complicar muito. Do álbum "Drink The Sea" saiu este "Fortune Days".
E o que é o Glitch? Source Wikipedia: "Glitch is a genre of electronic music that emerged in the late 1990s. It has been described as a genre that adheres to an "aesthetic of failure," where the deliberate use of glitch-based audio media, and other sonic artifacts, is a central concern.[1]
Sources of glitch sound material are usually malfunctioning or abused audio recording devices or digital electronics, such as CD skipping, electric hum, digital or analog distortion, bit rate reduction, hardware noise, software bugs, crashes, vinyl record hiss or scratches and system errors.[2] In a Computer Music Journal article published in 2000, composer and writer Kim Cascone classifies glitch as a subgenre of electronica, and used the term post-digital to describe the glitch aesthetic."
É portanto electrónica e não vale a pena complicar muito. Do álbum "Drink The Sea" saiu este "Fortune Days".
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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015
Warp Speed - V
Um excelente vídeo para uma boa música electrónica de Clark, mais um protégé da Warp Records. Este "Winter Linn", single do álbum homónimo de Clark, o sétimo da carreira, traz-nos um compositor em excelente momento de forma, ultrapassados que foram os demasiado ambiciosos "Totems Flare" de 2009 e "Iradelphic" de 2012. Electrónica numa versão IDM, com muita coisa a passar-se e que nem sempre é visível à primeira vista - ou à primeira audição.
São tempos áureos para a Warp. Depois do reconhecimento merecido ao novo álbum de Aphew Twin e do monumento que é "You're Dead!" dos Flying Lotus, "Clark" comprova que a editora está a trabalhar em muitas frentes e sempre com grande qualidade, aquela com que nos habituou.
São tempos áureos para a Warp. Depois do reconhecimento merecido ao novo álbum de Aphew Twin e do monumento que é "You're Dead!" dos Flying Lotus, "Clark" comprova que a editora está a trabalhar em muitas frentes e sempre com grande qualidade, aquela com que nos habituou.
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quinta-feira, 22 de janeiro de 2015
Canjinha.
Aqui vai um caldo sonoro, bem mexidinho, para animar o meu companheiro de discos que foi atacado por umas viroses da época.
Seth Troxler e Phil Moffa, com "Blue Rawls". O video, sacado da década de 1920, é um mimo extra.
As melhoras, amigo!
Seth Troxler e Phil Moffa, com "Blue Rawls". O video, sacado da década de 1920, é um mimo extra.
As melhoras, amigo!
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terça-feira, 20 de janeiro de 2015
Minimal.
Música Ambient minimalista. Muita gente fica chocada com isto, com comentários tão inteligentes como "isso soa sempre igual" ou "esse tipo provavelmente nem tocar um instrumento sabe". Não se percebe, portanto, o motivo pelo qual essas mesmas pessoas gostam de um quadro completamente amarelo exposto no Tate ou de um livro de poesia com uma página em branco, outra página com duas palavras, outra página com uma palavra e um desenho e... acho que dá para perceber. Não gostam, não ouvem. Sempre me pareceu uma boa política.
"Angel Echoes", single do álbum "There is Love in You", o quinto dos Four Tet, editado pela Domino Records.
"Angel Echoes", single do álbum "There is Love in You", o quinto dos Four Tet, editado pela Domino Records.
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terça-feira, 9 de dezembro de 2014
Mais música boa da Islândia.
Estando a chegar ao final do ano já é possível fazer alguns balanços, como é habitual nesta altura. Não consigo, nem nunca consegui, dizer que este álbum ou aquela música foram o melhor do ano, mas sempre é possível afirmar que eles se encontram entre o que de mais interessante se fez durante 2014.
E na vertente de IDM tem de se mencionar o álbum homónimo de Kiasmos, uma dupla da Islândia/Ilhas Faroé que joga com o minimalismo e as melodias electrónicas para criar música de dança experimental inovadora e que merece um dos destaques do ano.
E na vertente de IDM tem de se mencionar o álbum homónimo de Kiasmos, uma dupla da Islândia/Ilhas Faroé que joga com o minimalismo e as melodias electrónicas para criar música de dança experimental inovadora e que merece um dos destaques do ano.
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quarta-feira, 1 de outubro de 2014
Viagens sonoras.
Se tiverem um tempinho e paciência para ouvir muito Electro Industrial e IDM, então peguem em dois álbuns de Stendeck, nomeadamente Sonnambula (2009) e Scintilla (2011), e viajem pelos sons hipnóticos e paisagens cinemáticas criadas por um universo de sintetizadores a cargo deste músico Suíço.
A decisão é vossa. Se comprarem o bilhete, quem sabe qual será o vosso ponto de chegada.
A decisão é vossa. Se comprarem o bilhete, quem sabe qual será o vosso ponto de chegada.
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Qualidade µ-Ziq
It's Artificial, de 2011, é o álbum de estreia de Andrew Bayer, um nome forte da editora Anjunabeats e do trance norte-americano. Ainda que esta seja, na verdade, a sua estreia discográfica a solo, Bayer já colaborou com muitos músicos como Boom Jinx e mais notoriamente o projecto Signalrunners, a par de Alan Nimmo.
Ainda que as raízes de Bayer estejam notoriamente no trance, este álbum não contém muitos dos elementos habitualmente encontrados nesse género da música de dança, antes apostando em realidades carregadas de conceitos do IDM e do breakbeat. Na verdade, It's Artificial encaixava perfeitamente no catálogo da Ninja Tune ou da Planet Mu, só para vos situar. Muita complexidade electrónica e sem voz. Que bom.
Ainda que as raízes de Bayer estejam notoriamente no trance, este álbum não contém muitos dos elementos habitualmente encontrados nesse género da música de dança, antes apostando em realidades carregadas de conceitos do IDM e do breakbeat. Na verdade, It's Artificial encaixava perfeitamente no catálogo da Ninja Tune ou da Planet Mu, só para vos situar. Muita complexidade electrónica e sem voz. Que bom.
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quinta-feira, 18 de setembro de 2014
Um virtuoso dos sintetizadores.
Love as a Dark Hallway é o album de 2011 do músico Benn Jordan, lançado através da sua editora Alphabasic. Para além do projecto The Flashbulb - o mais conhecido de todos - é possível também encontrar o seu trabalho escondido sob as designações Flexe, Human Action Network, Acidwolf ou mesmo o seu próprio nome.
Benn Jordan, com as devidas distâncias, é um género de Aphex Twin. Ambos utilizam os mais variados tipos de música para elaborarem as suas composições, indo de momentos extremamente melódicos e complexos de IDM até aos solavancos bruscos e imprevisíveis de Breakcore e Techno.
Este "Virtuous Cassette" é um bom exemplo do espectro de trabalho deste músico, começando numa vertente Ambient, evoluindo para um Drum'n'Bass suave, sempre com a corrente IDM subjacente. É um excelente álbum, este Love as a Dark Hallway. A ouvir com atenção.
Benn Jordan, com as devidas distâncias, é um género de Aphex Twin. Ambos utilizam os mais variados tipos de música para elaborarem as suas composições, indo de momentos extremamente melódicos e complexos de IDM até aos solavancos bruscos e imprevisíveis de Breakcore e Techno.
Este "Virtuous Cassette" é um bom exemplo do espectro de trabalho deste músico, começando numa vertente Ambient, evoluindo para um Drum'n'Bass suave, sempre com a corrente IDM subjacente. É um excelente álbum, este Love as a Dark Hallway. A ouvir com atenção.
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segunda-feira, 23 de junho de 2014
A carteira do vizinho.
De Plaid, o meu companheiro de route pode contar-vos tudo. É o tipo mais elucidado e instruído para falar-vos da electrónica que este projecto pratica. Descobri-os, como seria de esperar, através dessa instituição que é a Warp Records.
Têm álbum novo já aí nas melhores discotecas e que dá pelo nome de "Reachy Prints".
"Wallet" é o primeiro avanço. E é coisa boa de ouvir.
Têm álbum novo já aí nas melhores discotecas e que dá pelo nome de "Reachy Prints".
"Wallet" é o primeiro avanço. E é coisa boa de ouvir.
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