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quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

As partidas nunca são fáceis. E daí, os regressos também não.

Portanto, porquê facilitar quando há tanta coisa para dificultar, para obrigar a pensar, para sair do Facebook e do Instagram?

Tomem lá uma pequena compilação do início dos anos 80 de dois trabalhos da década anterior dos alemães Popol Vuh, muito reconhecidos pelos trabalhos que realizaram com Werner Herzog e pela utilização brilhante que faziam do seu Moog. Para além disso há pianos, batuques e ritmo, muito ritmo.

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

E por falar em Yeti...

É, é como as cerejas. Falei em Yeti e lembrei-me deste álbum marcante dos germânicos Amon Düül II (existiram uns Amon Düül I mas produziam música basicamente para consumo próprio, sob uma ideologia anarco-radical), um daqueles momentos que definiram o Krautrock e muita da música que se seguiu. Eu sei que não é fácil mas este é um daqueles álbuns para ouvir por completo para se conseguir perceber o sentido e evoluir da coisa.