E quem é que vai regressar com um novo álbum? Os senhores Warren Fischer e Casey Spooner!! Festa!
Vamos lá ver o que nos reserva "SIR", a lançar lá para meados de Setembro. Entretanto, fiquemos com o primeiro avanço, este "Have Fun Tonight". Senhoras e senhores: Fischerspooner.
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quarta-feira, 21 de junho de 2017
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Tintim no país dos sovietes
Os Soviet foram mais uma das bandas a engrossar o movimento electroclash do final dos 90/início do novo século. Não fogem assim muito do que era o perfil de contemporâneos como Peaches ou Miss Kittin, ainda que o som dos Soviet seja mais simplista e as letras quase infantis. Na verdade, os Depeche Mode já faziam isto no início dos 80 e com resultados muito mais interessantes. Ficam-nos duas ou três músicas, uma das quais este Breakdown e talvez o melhor legado da banda: "Candy Girl".
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Synth Pop
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Lisboa, Portugal
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Recado para sábado à noite.
Começamos o dia com um aviso à navegação festiva da próximo grande evento dos Dj's Bruto&Ruto, a cargo das (puritanas) Avenue D: "Don't get too drunk to f&%k".
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Rap
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Memórias.
Descobri o electroclash dos Memory Boy através de uma colectânea que me emprestaram lá para os inícios de 2000. Chamava-se Tangent 2002: Disco Nouveau e trazia músicas de bandas como Adult, Susumu Yokota ou Legowelt. Não me recordo o que aconteceu à cópia que terei feito, mas ficou na memória deste rapaz que there is no electricity.
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Electronica,
Memory Boy
Local:
Lisboa, Portugal
terça-feira, 1 de outubro de 2013
Continuando a electroclashar.
Outro grupo da vanguarda da cena Electroclash do início do milénio, os Ladytron souberam reformular-se e ainda por aí andam, como o comprova o álbum de 2011, Gravity the Seducer. Esta é do álbum de 2002, Light & Magic. A senhorita Helen Marnie está particularmente engraçada neste vídeo...
When a menthol hit, hooks a spatial girl in her summer clothes; Like a transmission, on an empty channel, all lines are closed.
When a menthol hit, hooks a spatial girl in her summer clothes; Like a transmission, on an empty channel, all lines are closed.
Electroclash
Lembro-me perfeitamente: estava na Calçada da Ajuda, a estacionar o bólide e a ouvir um programa de rádio apresentado pelo Nuno Galopim. Ia jantar a um restaurante indiano que ainda hoje lá existe. Breves segundos antes de desligar o carro começa a tocar no sonante o single Emerge, primeiro avanço para o álbum #1. Espera lá... o vindaloo de borrego que aguente que isto é muito bom!!
Seis meses depois não se falava de outra coisa. Electroclash para aqui, electroclash para ali, bandas como Ladytron, Miss Kittin, Legowelt, Peaches e muitos outros inundavam as tabelas de música de dança. O que sobrou desde então? Pouco, há excepção de uns quantos bons álbuns.
O conceito era deveras interessante: o som synth dos anos 80 filtrado por dois revivalistas da cena eletrónica nova-iorquina, com adições de techno, punk e muitos efeitos visuais, contrapondo ao vazio frio e inestético do techno duro que então passava nas discotecas. A moda passou, as tendências são outras, mas a recordação dessa era fica.
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