Richard Reed Parry (Arcade Fire) prepara-se para lançar dois álbuns a solo. O primeiro disco, "Quiet River of Dust Vol. 1", sairá a 21 de setembro. O segundo disco, "Quiet River of Dust Vol. 2", será lançado no equinócio da primavera de 2019. Os fãs de Arcade Fire podem ir pregar para outra freguesia, pois as composições que o músico canadiano se prepara para lançar pouco têm a ver com o trabalho desenvolvido na banda.
Segundo Parry, estes discos são colecções de gravações que o músico fez inspirado por uma viagem ao Japão, mitos budistas, canções de folk britânica e outros misticismos.
Para já, temos direito a duas canções do primeiro álbum, "Sai No Kawara (River of Death) / On the Ground”, reunidas num só vídeo, realizado por Parry em colaboração com Caleb Wood. A propósito do vídeo e da canção "On the Ground", fiquem com a explicação do músico:
I told director Caleb Wood the story—of being alone in this magical environment of giant cedar trees and hearing a loud chorus of powerful harmony singing that sounded inexplicably identical to my late father’s folk band the Friends of Fiddler’s Green, who were the soundtrack to my entire childhood and upbringing.
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quinta-feira, 19 de julho de 2018
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Bonne année!
Começamos 2015 com sons de 2014.
E começamos em francês, com um dos projectos mais desafiante que a pop gaulesa apresentou-nos nestes últimos anos. Chamam-se Moodoïd e são uma espécie de primo mais freak dos suecos Goat.
Projecto de Pablo Padovani, filho do músico de jazz Jean-Marc Padovani, os Moodoïd praticam um som aparentemente alicerçado na pop psicadélica, que, quando menos se espera, salta para cima de estilos como a chanson française, soul, jazz e world music e dá uma ninhada de músicas tresmalhadas e rafeiras, difíceis de catalogar, mas divertidas de ouvir. E de ver, como poderão constatar nos videos que seguem.
Meninas e meninos, convosco, do álbum de estreia dos Moodoïd, "Le Monde Möö", os singles "La lune" e "Les chemins de traverse". Gosto particularmente da serpente-pila.
E começamos em francês, com um dos projectos mais desafiante que a pop gaulesa apresentou-nos nestes últimos anos. Chamam-se Moodoïd e são uma espécie de primo mais freak dos suecos Goat.
Projecto de Pablo Padovani, filho do músico de jazz Jean-Marc Padovani, os Moodoïd praticam um som aparentemente alicerçado na pop psicadélica, que, quando menos se espera, salta para cima de estilos como a chanson française, soul, jazz e world music e dá uma ninhada de músicas tresmalhadas e rafeiras, difíceis de catalogar, mas divertidas de ouvir. E de ver, como poderão constatar nos videos que seguem.
Meninas e meninos, convosco, do álbum de estreia dos Moodoïd, "Le Monde Möö", os singles "La lune" e "Les chemins de traverse". Gosto particularmente da serpente-pila.
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terça-feira, 14 de outubro de 2014
Cabras do mundo, uni-vos!
Hoje, para vossos deleite, decidimos apresentar-vos uma nova banda que cruza World Music com o psicadelismo, os Goat.
Estas cabras malucas que nos chegam da Suécia (as drogas locais estão cada vez melhores) foram a sensação dos festivais mais alternativos de 2014, sobretudo graças às suas espalhafatosas apresentações ao vivo, em que aparecem todos mascarados, cheios de referências étnicas, qual descendência bastarda dos Tinariwen com hippies viciados em LSD.
Têm um álbum novo, "Commune", e apresentam-no com este "Hide from the Sun".
Para melhor perceberem as comparações acima referidas, espreitem o video dos Goat ao vivo no Union Transfer de Philadelphia, com a faixa "Gathering of Ancient Tribes".
Estas cabras malucas que nos chegam da Suécia (as drogas locais estão cada vez melhores) foram a sensação dos festivais mais alternativos de 2014, sobretudo graças às suas espalhafatosas apresentações ao vivo, em que aparecem todos mascarados, cheios de referências étnicas, qual descendência bastarda dos Tinariwen com hippies viciados em LSD.
Têm um álbum novo, "Commune", e apresentam-no com este "Hide from the Sun".
Para melhor perceberem as comparações acima referidas, espreitem o video dos Goat ao vivo no Union Transfer de Philadelphia, com a faixa "Gathering of Ancient Tribes".
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segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Danças ocultas.
Ano: talvez 2001
Local: Praça do Giraldo, Évora
Temperatura: mais de 30º C às 22h
Motivo: férias no Alentejo, claro
Concerto: palco montado, testes de luzes, eu a pensar que lá vinha um rancho folclórico... e entram os Danças Ocultas, os músicos portugueses que conseguiram dar ao acordeão uma outra dimensão. E tal não é nada fácil, graças a coisas abjectas como a Rosinha ou o Quim Barreiros. Mas o que o povão gosta é de mamar ns peitos da cabritinha, portanto siga a festarola!
Local: Praça do Giraldo, Évora
Temperatura: mais de 30º C às 22h
Motivo: férias no Alentejo, claro
Concerto: palco montado, testes de luzes, eu a pensar que lá vinha um rancho folclórico... e entram os Danças Ocultas, os músicos portugueses que conseguiram dar ao acordeão uma outra dimensão. E tal não é nada fácil, graças a coisas abjectas como a Rosinha ou o Quim Barreiros. Mas o que o povão gosta é de mamar ns peitos da cabritinha, portanto siga a festarola!
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Local:
Lisboa, Portugal
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
Processos terapêuticos.
Entre calor, agulhas, choques e porrada, continua o processo de expulsão do mal existente no meu organismo.
Vai-te, bicho do demo!
Vai-te, bicho do demo!
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